quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

ROTEIRO DO PEIXE EM CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE - MATO GROSSO




Placa de identificação dos atrativos da Rota do Peixe em Bom Sucesso 

O Rio Cuiabá nas últimas décadas tem sofrido impactos, causados pelo crescimento acelerado de Cuiabá e Várzea Grande, que apresenta índices de mais de 12% acima da média nacional que é de 9% ao ano, este fator inviabilizou a sobrevivência dos pescadores que viviam exclusivamente da pesca. Nas Comunidades, com o São Gonçalo Beira Rio em Cuiabá e Bom Sucesso, Pai André e Passagem da Conceição em Várzea Grande, a população ribeirinha sofreu esses impactos e começou a procurar outros meios de manter sua sobrevivência, dentre eles, a transformação de suas casas em peixarias, reconhecida pelo poder público como a Rotas do Peixe. 

Nestas comunidades nas conhecidas Rotas do Peixe, são servidos pratos típicos onde os visitantes (turistas) podem apreciar o melhor da culinária regional, a base de carne de peixes como: mojica de pintado, ventrecha de pacu, piraputanga assada, farofa de banana, de peixe e pirão. Essas peixarias são intensamente frequentadas constituindo-se num percurso peculiar e tradicional da região, principalmente por ocasião em que acontecem as festanças regionais – em calendários fixos como é o caso da Festa do Pescador, Festa do Peixe, Festa da Ceramista, Festa de São Pedro, Festa de São Gonçalo, Festa de São Benedito, aniversário de Cuiabá e de Várzea Grande. 

O Turismo Rural, Turismo com Base Comunitária, Turismo com Base Local e a Produção associada ao Turismo, e o Turismo para o conhecimento cultural e Turismo Vivencial, já é uma realidade nestas comunidade onde a visitação tem ocorrido nas casas dos Agricultores Familiar (Ribeirinhos) e dos artesãos, isto quando acontece tem como objetivo valorizar a comunidade agregando valor na renda das famílias, fortalecendo os empreendimentos da economia solidária e estimulando o desenvolvimento do Turismo em Rede, integrando-o a outras atividades turísticas, agrícolas, da agroindústria, artesanato e outros segmentos dos municípios da Baixada Cuiabana que estão diretamente ligados a cadeia do turismo. 


Para compor um processo que culmine com uma Rede de Desenvolvimento do Turismo, é faz necessário a organização, a identificação das famílias que estejam dispostas a participarem do projeto e a necessidade de qualificação e ou capacitação continuada, buscando a conservação do meio ambiente com responsabilidade. 

Quando se fala em meio ambiente é interessante observar que o Rio Cuiabá, é responsável pelo sustento de várias famílias de agricultores familiar (ribeirinhos). Os segmentos do turismo como Turismo Rural, Turismo com Base Comunitária, Turismo com Base Local e a Produção associada ao Turismo, e o Turismo para o conhecimento cultural e Turismo Vivencial, na Europa também conhecido como Turismo Responsável, vem com a proposta de ser um instrumento de inclusão social, de geração de renda e de conservação ambiental, pois são as bases do turismo sustentável o meio ambiente, o meio urbano, a formação profissional e a conscientização da população. 

O turismo é uma das atividades com maior potencial para a geração de trabalho e renda, as relações de confiança criadas a partir do desenvolvimento do turismo são fundamentais nas comunidades supra citadas, o reconhecimento dos valores culturais da comunidade, a mudança da paisagem urbana da comunidade, resgatando seus princípios de identidade e forma de vivência através de suas produções artesanais, culinária, gastronomia e preservação cultual do meio ambiente ribeirinho, são fatores fundamentais para a consolidação do Turismo e a sensibilização de todos os atores 

Também existe a necessidade do aprimoramento da gestão desta atividade pelos atores, o que pode tomar por base os avanços já conseguidos por diversas iniciativas realizadas no estado com apoio do MDA, Mtur, SEDTUR, SEDRAF, AMM, EMPAER, SETECs, como por exemplo - O Projeto Turismo com Base Comunitária “Guardiões do Pantanal em Barão do Melgaço” e Produção Associada ao Turismo na Comunidade Quilombola Mutuca – Complexo Mata Cavalo, em Nossa Senhora do Livramento. 

Nas Rotas do Peixes tendo em vista o advento da realização da Copa do Pantanal 2014 é necessário a Certificação dos equipamentos turísticos (bares, restaurantes, casas de membros da comunidade, produtos e serviços) pelo Governo Federal, Governo do Estado de Mato Grosso e Municípios com o envolvimento e participação direta da iniciativa privada.

Texto - Geraldo Lúcio

Vejam mais fotos abaixo














Engenho de cana - fabrica artesanal de melado e rapadura 

Engenho de cana - fabrica artesanal de melado e rapadura 

Fotos - Geraldo Lúcio


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ROTEIRO PARQUE NACIONAL DE CHAPADA DOS GUIMARÃES - MT



Belezas cênicas em uma variedade de ambientes, além da contemplação de diferentes espécies de flora e fauna do Cerrado são alguns dos atrativos do Parque Nacional (Parna) Chapada dos Guimarães. Além de ser marcado pela diversidade de relevo, o parque faz parte da bacia hidrográfica do Alto Paraguai, protegendo cabeceiras do rio Cuiabá, um dos principais formadores do Pantanal Matogrossense.

Os visitantes podem desfrutar de atrativos turísticos das regiões próximas à Unidade, como na cidade de Chapada dos Guimarães. Há muitos roteiros a serem seguidos.

Os atrativos turísticos dentro do parque são acessados por trilhas, a maioria em área de cerrado sem sombra. Por isso é recomendado evitar caminhar nas trilhas nos horários mais quentes do dia, entre 11 e 15 horas; usar meias e calçados adequados para caminhadas mais longas, além de estar usando boné ou chapéu e protetor solar.

Para o Circuito das Cachoeiras é aconselhável levar água, repelente, lanche, embalagem para acondicionar seu lixo, roupa de banho, capa de chuva (principalmente de outubro a março), binóculos, máquina fotográfica, telefone celular com bateria carregada e o número da administração do parque.

Dentre as espécies vegetais registradas na Unidade destacam-se o cascudo (Talisia subalbens), endêmico de Chapada dos Guimarães. Em relação à fauna, embora sejam poucos os levantamentos, o número de espécies registradas passa de 400. Destacam-se 24 novas espécies de abelhas-das-orquídeas, espécies endêmicas do Cerrado como a raposinha (Lycalopex vetulus), aves migratórias como o gavião-tesoura (Elanoides forficatus), o sabiá-norte-americano (Catharus fuscescens) e espécies vulneráveis à extinção como o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), a jaguatirica (Leopardus pardalis) e a onça-pintada (Panthera onca).

COMO CHEGAR

A rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), que dá acesso à entrada do parque, margeia-o a partir do km 26, até o Complexo Turístico da Salgadeira. Neste ponto, a estrada adentra o parque por seis quilômetros, até a Mata Fria, passando novamente a ser seu limite, por cerca de 4 km.

Esta rodovia, do km 17 até a cidade de Chapada dos Guimarães e desta até o Mirante do Centro Geodésico, corresponde a uma Unidade de Conservação Estadual: a Estrada Parque Cuiabá – Chapada dos Guimarães – Mirante, criada em junho de 2000.

ONDE FICAR

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães não possui alojamentos para visitantes ou pousadas e não é permitido acampar dentro dos limites do parque. Os visitantes podem se hospedar na cidade de Chapada dos Guimarães (campings, hotéis e pousadas), no Complexo Turístico da Salgadeira (camping) ou mesmo na cidade de Cuiabá.

INGRESSOS

O Parque pode ser visitado durante o ano inteiro. Atualmente, a entrada é franca.

Confira mais informações no site do Parna da Chapada dos Guimarães.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A EXPEDIÇÃO INTEROCEÂNICA TERÁ APOIO DA EMBRATUR



Fonte: ASCOM EMBRATUR



Flavio Dino, presidente da Embratur junto com as secretárias Teté Bezerra e Ilmara do Acre

O presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Flávio Dino, recebeu ontem, 23, a secretária de Desenvolvimento do Turismo do Mato Grosso, Teté Bezerra a secretária de Turismo do Acre, Ilmara Lima, e os organizadores da Expedição Interoceânica, Cassiano Marques, diretor-presidente da EME Amazônia e Osvaldo Dias, diretor da Star Motos (Honda), para discutir sobre os detalhes da próxima edição do evento, que acontecerá em julho de 2013. 

A reunião marcou o início das ações na região para programar uma política de promoção do turismo.

“Vamos apoiar o projeto em 2013, assim como fizemos em 2012, pois a Expedição é um evento que vai ao encontro das estratégias da Embratur, sendo em si, uma ótima plataforma para projeção do país como destino turístico”.

A expedição tem como objetivo promover a integração dos países envolvidos, mostrando sua viabilidade logística e turística, cruzando de leste a oeste o continente sul-americano, com destaque para os percursos da BR-364, BR-317 e Carretera Interoceánica – estrada recentemente concluída que interliga o Brasil ao Peru.

Desta forma, o evento percorrerá a Rota Turística Internacional Pantanal – Amazônia – Andes – Pacífico, produto turístico integrado entre os estados do Mato Grosso, Rondônia e Acre e, articulado em níveis nacionais com Embratur e Promperu, órgão de promoção do Peru.

“Pretendemos realizar um trabalho de consolidação de um novo portal de entrada da América do Sul. A intenção é fazer com que os países vizinhos e até os da América do Norte saibam que podem chegar ao Brasil por essa Rota”, explicou Cassiano Marques.

A II Expedição Interoceânica aconteceu de 15 de novembro a 02 de dezembro de 2012 e percorreu mais de oito mil quilômetros a partir do Oceano Atlântico até o Pacífico, concluindo sua rota no Peru. A caravana saiu de Santos (SP) e passou por diversas cidades brasileiras e peruanas levando um grande balão promocional e divulgando o Brasil. A expedição despejou um galão de água do Atlântico no Pacífico, simbolizando a ligação entre os dois oceanos.

O balão promocional levou a campanha criada pela Embratur: “O mundo se encontra no Brasil, venha celebrar a vida”. 

III Expedição Interoceânica

O roteiro da III Expedição Interoceânica terá quatro largadas oficiais, incorporando os expedicionários e começando por Cuiabá (MT), uma das sedes da Copa de 2014, Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Lima (Peru). 

Os aventureiros percorrerão as BRs 364 e 317 no Brasil e de Assis Brasil (Acre) entrarão no Peru onde visitarão Iñapari, Puerto Maldonado, Cusco, Nazca, Lima e Piura. Depois, cruzam o Equador até a capital Quito, de onde partirão para as cidades colombianas de Cali e Bogotá. A expedição irá até a Venezuela e passará por Caracas, Ciudad Guayana e Santa Helena. De lá, retornam ao Brasil pelo extremo norte, em Roraima, pernoitando em Boa Vista, e seguindo até Manaus, a outra sede da Copa de 2014 abrangida pela Rota Turística Internacional. 

Percorrerão ainda a estrada de Manaus a Porto Velho, encerrando oficialmente o evento em Rio Branco.

Ao todo serão aproximadamente 24 dias, com largada no início de julho de 2013.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

BRASIL CENTRAL TUR - (Turismo no Coração do País)


http://www.brasilcentraltur.com/pt-br/estados/16

Com o objetivo de divulgar os destinos do Centro-Oeste, o Ministério da Integração Nacional, por meio da Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste), criou o programa Brasil Central Tur em parceria com as instituições de turismo de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e do Distrito Federal. O programa, que conta com a parceria da Embratur, 

O portal do Brasil Central Tur reune as informações básicas sobre 18 destinos do Centro-Oeste. A presença das redes sociais será a ponte entre o turista e os roteiros de viagem, esclarecendo dúvidas e fornecendo informações detalhadas sobre cada local. Conteúdos dinâmicos e descontraídos vão facilitar o engajamento dos usuários e a interatividade fará com que as páginas e perfis do BC funcionem como troca de experiências. 

Saiba mais sobre os destinos turísticos do Centro-Oeste

CONHEÇAM EM DETALHES ACESSANDO O SITE

No endereço abaixo você entrará direto na página de Mato Grosso
http://www.brasilcentraltur.com/pt-br/estados/16

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

EXPEDIÇÃO INTEROCEÂNECA COMPLETA MISSÃO - SAINDO DO ATLÂNTICO - SANTOS - ROTEIRO PANTANAL, AMAZÔNIA, ANDES / PACÍFICO



Depois de percorrerem mais de oito mil quilômetros a partir do Oceano Atlântico até o Pacífico, a II Expedição Interoceânica concluiu sua rota que levou um balão promocional divulgando o Brasil até o Peru. A 2° Expedição saiu de Santos (SP) no dia 15 e novembro, passou por diversas cidades brasileiras e peruanas, e retornou ao Brasil no domingo (02), tendo sua última parada em Rio Branco, no Acre. A expedição despejou um galão de água do Atlântico no Pacífico, simbolizando a ligação entre os dois oceanos. 

O balão promocional levou a campanha criada pela Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) de divulgação do país: “O mundo se encontra no Brasil, venha celebrar a vida”. No total, foram 18 dias de evento onde o balão seguiu a programação que foi dividida em duas partes. A primeira, no Brasil, de 15 a 22 de novembro passou pelas seguintes locais: Santos, São Paulo, Araçatuba, Campo Grande, Coxim, Rondonópolis, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Cáceres, Vilhena, Cacoal, Ji-Paraná, Ouro Preto D`Oeste, Ariquemes, Porto Velho e Rio Branco.

A segunda etapa da programação, do dia 23 de novembro até o dia 02 de dezembro, passou pelos seguintes locais: Rio Branco, no Acre, seguindo para as cidades peruanas de Arequipa, Matarani, Colca, Cusco, Vale Sagrado, Machu Picchu e Puerto Maldonado. O encerramento foi em Rio Branco. Desta forma, a expedição percorreu a Rota Turística Internacional Pantanal – Amazônia – Andes – Pacífico, produto turístico integrado entre os estados do Mato Grosso, Rondônia e Acre e articulado em níveis nacionais com Embratur e Promperu, órgão de promoção do Peru, SEBRAE dos três estados e representantes do turismo.

A expedição teve como objetivo promover a integração dos países envolvidos, mostrando sua viabilidade logística e turística, cruzando de leste a oeste o continente sul-americano, com destaque para os percursos da BR-364, BR-317 e Carretera Interoceánica – estrada recentemente concluída que interliga o Brasil ao Peru. 


A 2° Expedição Interoceânica teve a realização do Grupo Star – Honda e do Governo do Estado do Acre, com organização e operação turística da EME Amazônia, apoio institucional da prefeitura de Santos e dos governos dos estados do Mato Grosso e Rondônia, do governo do Peru e apoios promocionais da Mastter Motos, Programa Amazônia S/A, Via Verde Shopping, Recol Veículos e Embratur.

Breve histórico no Peru

Os aventureiros deixaram Rio Branco no dia 23 de novembro, depois de um desfile pela cidade e seguiram para Puerto Maldonado. De lá foram para Puno, onde Jorge Bayona, embaixador do Peru no Brasil, falou sobre a proposta de se realizar a III Expedição Interoceânica saindo do Peru. A Secretária de Turismo e Lazer do estado do Acre, Ilmara Lima, falou às autoridades peruanas que a ação contou com o apoio da Presidente Dilma e da Embratur, a fim de consolidar a unificação dos estados da Amazônia Legal, na rota Pantanal-Amazonia-Andes-Pacífico, e também é uma oportunidade de colocar Puno nas “prateleiras” das operadoras nacionais na feira de turismo da ABAV (Associação Brasileira de Agencias de Viagens), no ano que vem, já que o turismo de Puno é muito similar ao presente no estado do Acre, que é o turismo vivencial rural, onde o visitante pode ter a oportunidade de viver a realidade dos nativos.

Também em Puno, o presidente do Governo Regional de Puno, Maurício Rodriguez, deu as boas vindas ao grupo, e demonstrou satisfação em receber um grupo tão grande vindo pela Carretera Interoceânica. “Prova de que num futuro próximo, as exportações de produtos como cimento e peixes nobres como a Truta, serão frequentes, consolidando não só o turismo, mas também a relação comercial entre os dois países, disse. 

A Expedição deixou a cidade de Puno no dia 25 de novembro em direção à Arequipa, cidade considerada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco. Foi em Porto Matarani que as águas do Oceano Atlântico foram despejadas no Oceano Pacífico. simbolizando a união entre Brasil e Peru. A equipe também passou pelo Vale de Colca, o segundo cânion mais profundo do mundo, segundo os peruanos.

No dia 29 de novembro, os expedicionários chegaram a Cusco e foram recebidos por um grupo de dança no Centro Cultural Koricancha, na Plaza de Armas. No dia 01, voltaram a Puerto Maldonado e, no dia seguinte, retornaram a Rio Branco encerrando a segunda edição do evento. Cassiano Marques, empresário do setor turístico e um dos organizadores, anunciou a III edição da Expedição Interoceânica que visitará também a Colômbia e o Equador, além do Peru, Amazonas, Mato Grosso e Rondônia.

Para saber detalhes de como foi a 2° Expedição Interoceânica, acesse o link abaixo:

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

ROTEIRO DE TURISMO CULTURAL EM VILA BELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE - MATO GROSSO


TURISMO CULTURAL EM VILA BELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE - MATO GROSSO


Júlio Rocha



Ruínas da Igreja Matriz
Vila Bela da Santíssima Trindade foi a primeira capital de Mato Grosso, ainda no período colonial, isto, por si só, já representa importante fator de visitação ao lugar. EmVila Bela a natureza é pródiga, pois essa região é caracterizada por apresentar uma espécie de ecótono florestal de Mato Grosso, possuindo amostras de mata amazônica, cerrado e pantanal. Ou seja, os três ecossistemas que o Estado possui em um só município.
Foi a partir da descoberta da região de Vila Bela que os irmãos bandeirantes Paes de Barros, após palmilharem campos e cerrados, se depararam com a exuberante mata do Guaporé, cujo contraste com a paisagem anteriormente observada sugeriu o termo Mato Grosso, que ficou perpetuado.
Vila Bela foi criada com pretensões régias de guarnecer a zona fronteiriça, sendo tradicionalmente habitada por famílias de origem africana, que muito se orgulham de suas raízes cultivando suas tradições e cultura através de séculos. Prova disso são as festas populares como a de São Benedito, onde durante sua celebração são exibidas as danças do Congo e do Chorado.


Júlio Rocha

Dança do Congo
Quem visita hoje a cidade se depara com as ruínas na Igreja Matriz, cuja obra foi iniciada em 1793. Situada na praça central da cidade, as ruínas chamam a atenção pela imponência, apesar dos mais de 200 anos de existência. As paredes de adobe possuem mais de um metro de largura e seis de altura. Protegido da ação do tempo desde 2006, o patrimônio é a maior atração turística de Vila Bela.

Mas além das ruínas, o município tem muito a oferecer como a beleza do Rio Guaporé. Em meio a vegetação exuberante o rio corre lento, com seus aguapés. Com sorte, o visitante pode até avistar um boto cor-de-rosa. Há ainda o Parque Estadual da Serra de Ricardo Franco, com suas incontáveis cachoeiras, entre elas a Jatobá – conhecida como a maior de Mato Grosso, com 218 m.


Júlio Rocha


Dança do Chorado

FONTE - http://www.mteseusmunicipios.com.br/NG/conteudo.php?sid=314&cid=2176

O Mato Grosso participa do Projeto de Promoção e Marketing Turístico denominado "Brasil Central Turismo no Coração do País"


Nesta terça feira dia (4) de dezembro a SUDECO, reuniu - se no Setor de Grandes Áreas Norte, Quadra 906, Edifício Celso Furtado, Brasília-DF, Sala de reuniões "Bahia" os estados do Centro Oeste, para validação e aprovação do "Projeto Brasil Central Turismo no Coração do País”, que é uma estratégia de Marketing Turístico, do Centro Oeste - apoiado e patrocinada pelo Ministério da Integração Nacional, através da SUDECO - Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste, este projeto foi lançado no mês de agosto e desde então as equipes técnicas dos estados juntamente com uma consultoria especializada vem desenvolvendo a proposta, hoje apresentada como produto final, para apreciação do grupo.
O Estado de Mato Grosso e a Secretária de Estado de Desenvolvimento do Turismo -SEDTUR, Tetê Bezerra foi representada pelo servidor agente técnico e especialista em Turismo Rural Geraldo Lúcio, outros Secretários do Centro Oeste estiveram presentes com as suas respectivas assessorias técnicas, na oportunidade foi apresentado o material de propaganda e marketing, já com a definição do nome - “ Brasil Central Tur, Turismo no Coração do País”

Este projeto vai dar visibilidade regional, nacional e internacional para os estados que compõem o Centro Oeste, atraindo além de turistas, investidores o setor do turismo bem como para outros setores e segmentos econômicos, com o advento da Copa 2014, o momento é oportuno e necessário para a implementação deste projeto.

A reunião foi conduzida pelo Diretor Superintendente da SUDECO, Marcelo, e teve a participação ativa dos Secretários e técnicos, o material na sua apresentação impressionou os Secretários, pois tara-se de ferramentas boa por excelência para a Divulgação do Centro Oeste - (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Brasília), composto de uma Marca específica da Campanha, Aplicativos para Internet, Site, com a amplitude e utilização de todas as redes sociais disponíveis na web, pen drive e mapas de bolso.

O Estado de Mato Grosso, continuará sendo divulgado no País e no Exterior , usando como estratégia de Marketing os 03 Ecossistemas, a Região do Araguaia e a Metropolitana (Cuiabá e Várzea Grande), e outros roteiros formatados e já em Comercialização, com foco nestas Macro Regiões – PANTANAL, CERRADO, AMAZÔNIA, ARAGUAIA E METROPOLITANA.

A medida em que forem tendo novos produtos formatados em Mato Grosso a idéia é de ir disponibilizando junto ao Projeto Brasil Central “Turismo no Coração do País”, uma vez que a ferramenta aplicativo para internet será dinâmica e facilitará esta ação, isto ocorrerá para todos os estados.

Na Região Turística do Pantanal, serão apontados os municípios de Poconé, Cáceres, Barão do Melgaço e Santo Antônio do Leverger como portão de entrada do Pantanal, com seus vários produtos já formatado, com ênfase em ecoturismo, Aventura, Observação da Flora e Fauna, Turismo Rural, Pesca esportiva, Passeio de Barcos, barco Hotéis, Pousos Pantaneiros, não deixando de contemplar outros municípios do entorno desta região.

Na Região Turística do Cerrado, a princípio serão focados os municípios de: Chapada dos Guimarães, com destaque para o Parque Nacional de Chapada, Nobres já com produtos formatados de flutuação e mergulho, não deixando também de contemplar outros municípios do entorno das regiões propostas.

Na Região Turística do Araguaia, além do Turismo Místico, será apresentado o Projeto Praias do Rio Araguaia e Rio Das Mortes, o Ecoturismo, Aventura, Turismo Rural, negócios e eventos, artesanato em Cerâmica do município de general Carneiro, o Museu Rondon e as belezas naturais como a Serra do Roncador, as história dos Irmãos Vilas Boas e Parque Nacional do Xungú e do Domo do Araguaia.

A Região Turística Metropolitana, tendo o município de Cuiabá como portão de entrada e o centro desta região, é um destino natural, onde o Turismo de Negócios e Eventos é o carro chefe devido a infra-estrutura existente de hospedagens, alimentação, centro de eventos, shopp Center, rede de comércio e serviços, além do Roteiro São Gonçalo Beira Rio com suas Peixarias, Artesanato de Cerâmica, e as manifestações Culturais, Siriri, Cururu e Festas Religiosas e outros como o City Tour etc.

O município de Várzea Grande, é onde o turista desenbarca, no Aeroporto Marechal Rondon, este se destaca pela Rota do Peixe com os restaurantes (culinária regional) a base de peixes, do Roteiros – Bom Sucesso, Passagem da Conceição.

Na Região Turística da Amazônia Mato-grossense o destaque fica para o Parque Estadual do Cristalino, e o produto Cristalino Lodge que é consolidado, e está aliado ao parque, a proposta para região é apresentar um destino com o produto que contemplem (Observação de pássaros, borboletas, primatas, em fim a flora e fauna). este projeto irá dar uma ênfase total para o destino e os operadores e agentes de tuirismo farão o seu papel em apresentar os produtos formatados individualizados ou interligados.

Outro produto da Amazônia é a pesca esportiva que ocorre nos maiores Rios como é o caso do: Teles Pires, Arinos, Xingú, Juruena, Juína, Do Sangue esta atividade uma vez ordenada e regulamentada será um grande filão com status de segmentação para o turismo de Mato Grosso.

A Amazônia é muito mais do que mata e animais, lá existem os povos da floresta, nativos e os imigrantes que juntos tem feito uma história interessante de se mostrar, são as Cooperativas de extrativistas, agricultores familiar, homens e mulheres unidos para tirar da floresta o seu sustento com responsabilidade social e ambiental.