sábado, 13 de outubro de 2012

ROTEIRO DE PESCA ESPORTIVA EM MATO GROSSO


PARA PESCAR EM MATO GROSSO É NECESSÁRIOS PRIMEIRO QUE TODOS CONHECAM A DIVISÃO HIDROGRÁFICA DO ESTADO

MAPA DA DIVISÃO HIDROGRÁFICA DO ESTADO DE MATO GROSSO
I. REGIÃO HIDROGRÁFICA NACIONAL DO RIO AMAZÔNIA
I - Região Hidrográfica Regional do Rio Aripuanã



Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Guaporé (A - 15)
O Rio Guaporé faz fronteira com Bolívia e o Estado de Rondônia, tem como seus principais tributários o rio Piolho, rio Vermelho, rio Galera, rio Sararé, rio Pindaituba, rio Alegre e rio Barbado. A área total desta Unidade é de 38.880,42 Km²  e compreende o total ou em parte os municípios de Comodoro, Nova Lacerda, Conquista D’Oeste, Póntes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Jaurú, Porto Esperidião, Tangará da Serra, Campos de Julio e Vale de São Domingos.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento Rio Aripuanã (A - 2)

O Rio Aripuanã, faz fronteira com os Estados de Amazonas e Rondônia. Seus principais tributários são os rio Natal, rio Canamã, Rio Morerú, rio Capitari, rio Fuquin, rio do Sul e rio Vinte e Um. A Área total desta Unidade é de 39.630.23 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Juruena, Juína, Castanheira, Colniza, Aripuanã e Cotriguaçu.

Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Roosevelt ( A - 1)
O Rio Roosevelt tem como seus principais tributários o rio Flor do Prado, rio Quatorze de Abril e rio Capitão Cardoso. A área total da Unidade esta estimada em 47.359,08 Km², e compreende o total ou em parte os municípios de Rondolândia, Juína, Aripuanã e Colniza.
II – Região Hidrográfica do Rio Juruena – Teles Pires



Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Rio Juruena (A – 14)
O Alto Rio Juruena tem como seus principais tributários os rios Iquê, rio Juína, rio Papagaio e rio Vermelho. A área total de 64.309,44 km², compreende o total ou em parte os municípios de Juruena, Castanheira, Juara, Juína, Brasnorte, Sapezal, Comodoro, Campos de Júlio, Conquista do Oeste, Pontes e Lacerda, Aripuanã, Campo Novo dos Parecis, Nova Lacerda, Vale de São Domingos e Tangará da Serra.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Sangue (A – 13)
O Rio Sangue tem como seus principais tributários os rios Tenente Noronha, rio Cravarí, rio Treze de Maio e rio Benedito. Esta Unidade possui uma área total de 28.919.42 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de, Juara, Nova Maringá, Diamantino, Brasnorte, Nova Brasilândia, Tangará da Serra e Campo Novo dos Parecis.




Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Arinos (A - 12)
O Rio Arinos tem como seus principais tributários o rio Batelão, rio mestre Falcão, rio Chandles, rio Souza Azevedo, rio são Miguel, rio Tomé de França, rio Marapé, rio dos Patos, rio preto, rio Novo e rio Claro. Esta Unidade possui uma área total 58.842,66 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Nova Marilândia,  Nortelândia, Nova Bandeirantes, Nova Canaã do Norte, Santa Rita do Trivelato, Juara, Novo Horizonte do Norte, Tabaporã, Porto dos Gaúchos, Nova Maringá, Itanhangá, Tapurah, Lucas do Rio Verde, São José do Rio Claro, Nova Mutum, Nobres, Ipiranga do Norte, Itaúba, e Diamantino.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Baixo Rio Juruena (A - 3)
O Baixo Rio Juruena faz divisa com o Estado do Amazonas. Seus principais tributários são rio São Tomé, rio Santana, e rio Matrinxã. A área total esta estimada em 29.490,08 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Juara, Nova Monte Verde, Nova Bandeirante, Juruena, Cotriguaçu e Apiacás.



Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Rio Teles Pires (A - 11)


O Alto Rio Teles Pires tem como seu principais tributários o rio Verde, rio Celeste e rio Morocó. A área total é 34.408,90 Km², compreende o total ou em parte os municípios de Sinop, Ipiranga do Norte, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Vera, Nova Mutum, Santa Rita do Trivelato, Boa Esperança do Norte, Porto dos Gaúchos, Planalto da Serra, Rosário Oeste, Paranatinga, Primavera do Leste, Nobres, Ipiranga do Norte, Nova Ubiratã, Tapurah, Itanhangá, Tabaporã e Nova Brasilândia.



Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Médio Rio Teles Pires
(A  - 5)

O Médio Rio Teles Pires faz divisa com o Estado do Pará, sua área total é de 35.835,12 Km². Seus principais Tributários são os rio Tapaiúna, rio Parado, rio Pombo. Á Esta Unidade compreende o total ou em parte os municípios de Novo Mundo, Carlinda, Alta Floresta, Nova Canaã do Norte, Matupá, Peixoto de Azevedo, Nova Guarita, Colider, Tabaporã, Marcelândia, Sinop, Terra Nova do Norte, Nova Santa Helena, Itaúba, Guarantã do Norte, Cláudia, Sinop, Sorriso, e Ipiranga do Norte.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Baixo Rio Teles Pires
(A - 4)
O Baixo Rio Teles Pires faz fronteira com o Estado do Pará, sua área total é de 39.137,44 Km². Seus principais tributários são os rios Ximari, rio Paranaita e rio Santa Helena. Esta unidade compreende total ou em parte os municípios de Paranaita, Nova Bandeirantes, Apiacás, Nova Canaã do Norte, Nova Monte Verde, Alta Floresta, Carlinda, Novo Mundo, Tabaporã e Juara.
III – Região Hidrográfica do Rio Xingú


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Rio Xingú (A - 9)

O Alto Rio Xingú tem como seus principais tributários os rios Sete de Setembro, rio Coluene, rio Tanguro, rio Cursivero. Sua área total é de 44.754,27 Km² e compreendem o total ou em parte os municípios de Primavera do Leste, Santo Antônio do Leste, Campinápolis, Paranatinga, Água Boa, Gaúcha do Norte, Canarana, Canarana, Planalto da Serra, Nova Nazaré, Nova Xavantina e Querência.

Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Ronuro (A - 10)

O Rio Ronuro tem como seus principais Tributários os rios Jatobá, rio Von Den Stelnen e rio Álamo. Esta Unidade possui uma área total de 30.272,76 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de, Paranatinga, Gaúcha do Norte, Boa Esperança do Norte, Nova Ubiratã e Feliz Natal.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Suiã -Miçu (A - 8)


O Rio Suiã – Miçu tem como seus principais Tributários os rios Pacas, rio Paranaíba, rio Darro e rio Turvo. A área total desta unidade é de 31.117,62Km² compreende o total ou em parte os municípios de Querência, Canarana, Ribeirão Cascalheira, Bom Jesus do Araguaia, Alto Boa Vista, São Félix do Araguaia, Marcelândia, Feliz Natal e São José do Xingú.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Manissauá-Miçu (A - 6)


O Rio Manissauá-Miçu tem como seus principais tributários o rio São Francisco, rio Arraias, rio Hauaia-Miçu, rio Ítrio Barbosa, rio Azul. A área total desta Unidade é de 33.047,29 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Nova Ubiratã, Feliz Natal, Vera, Santa Carmem, Sinop, União do Sul, Cláudia, Marcelândia, Querência, Boa Esperança do Norte, São Félix do Araguaia, Itaúba e Nova Santa Helena.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Médio Rio Xingú (A - 7)
O Médio Rio Xingu tem como seus principais tributários o rio Jarinã e rio Paturi. A área total desta unidade é de 35.835,12 Km², compreende o total ou em parte os municípios de Guarantã do Norte, Canabrava do Norte, Bom Jesus do Araguaia Alto Boa Vista, São Félix do Araguaia, São José do Xingu, Porto Alegre do Norte, Santa Cruz do Xingu, Confresa, Vila Rica, Matupá, Peixoto de Azevedo e Marcelândia.

II - REGIÃO HIDROGRÁFICA DO PARAGUAI
IV -  Região Hidrográfica do Alto Rio Paraguai


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Paraguai Superior (P - 3)
O Alto Rio Paraguai Superior tem como seus principais tributários o rio Pari, rio Bugre e rio Santana. Esta Unidade possui uma área total  de 9.260,88 Km², compreende o total ou em parte os municípios de Jangada, Denise, Cáceres, Tangará da Serra, Porto Estrela, Nossa Senhora do Livramento, Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, Rosário Oeste, Várzea Grande, Barra do Bugre, Nova Olímpia, Arenápolis, Santo Afonso, Nova Marilândia e Nortelândia.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Paraguai Médio (P – 2)
O Alto Rio Paraguai Médio tem como seu principal tributário o rio Seputuba. Esta unidade possui uma área total de 23.404,20 Km², compreende o total ou em parte os municípios de Diamantino, Santo Afonso, Nova Olímpia, Tangará da Serra, Barra do Bugres, Porto Estrela, Cáceres, Curvelândia, Labari D´Oeste, São José dos Quatro Marcos, Araputanga, Rio Branco, Salto do Céu, Mirasol D’Oeste, Campo Novo dos Parecis, Reserva do Cabaçal, Nova Marilândia.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Jaurú (P – 1)
O Rio Jaurú  tem como seus principais tributários o rio Aguapeí e rio Brigadeiro. Esta Unidade possui uma área total de 15.356,73 Km² que compreende o total ou em parte os municípios de Tangará da Serra, Curvelândia, Pontes e Lacerda, Vale do São Domingos, Reserva do Cabaçal, Jaurú, Indiavaí, Figueirópolis do Oeste, Araputanga, São José dos Quatro Marcos, Mirassol, Glória D’Oeste, Porto Esperidião e Cáceres.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio São Lourenço (P – 5)
O Rio São Lourenço tem como seu principal tributário o rio Vermelho. Esta Unidade possui uma área de 24.864,71 Km² compreende o total ou em parte os municípios de Alto Garças, Pedra Preta, São José do Povo, Primavera do Leste, Itiquira, Rondonópolis, Barão de Melgaço, Santo Antonio do Leverger, Juscimeira, São Pedro da Cipa, Jaciara, Dom Aquino, Poxoréu, Guiratinga, Campo Verde.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Correntes –Taquari
(P – 6)
O Rio Correntes faz divisa com o Estado de Mato Grosso de Sul. Esta Unidade possui uma área de 18.100,16 Km², compreende o total ou em parte os municípios de Alto Taquari, Alto Araguaia, Rondonópolis, Alto Garças, Itiquira, Pedra Preta, Rondonópolis, Santo Antônio do Leverger e Barão de Malgaço.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Rio Cuiabá (P – 4)
O Alto Rio Cuiabá tem como seus principais tributários o rio Manso, rio Jangada, rio Cuiabá da Larga, rio Cuiabazinho, rio Coxipó e rio Aricá-Açu. A área total desta unidade é de 29.162,40Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Primavera do Leste, Poconé, Diamantino, Santa Rita do Trivelato, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Nobres, Rosário Oeste, Acorizal, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Jangada, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Barão de Melgaço, Campo Verde e Santo Antônio do Leverger.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Rio Paraguai Pantanal
(P – 7)
O Rio Paraguai Pantanal tem como seu principal tributário o rio Cuiabá. A área total desta unidade é de 53.945.92 Km², compreende o total ou em parte os municípios de Santo Antônio do Leverger, Barão de Melgaço, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Cáceres, Rosário Oeste, Vila Bela da Santíssima trindade, Juscimeira, Porto Estrela, Campo Verde, Pontes e Lacerda e Porto Esperidião.
III - REGIÃO HIDROGRÁFICA DO TOCANTINS – ARAGUAIA
V - Região Hidrográfica do Rio Araguaia


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Rio Araguaia (T.A. – 3)
O Alto Rio Araguaia faz divisa com os Estados de Tocantins e Goiás e seu principal tributário é o rio das Garças. Esta Unidade possui uma área total de 23.331,53 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Alto Taquari, Alto Araguaia, Alto Garças, Guiratinga, Tesouro, General Carneiro, Barra do Garças, Torixoréu, Ribeirãozinho, Ponte Branca, Pontal do Araguaia e Araguainha.
Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Médio Rio Araguaia (T.A. – 2)
O Médio Rio Araguaia tem como seu principal tributário o rio Cristalino. A área desta Unidade é de 17.374.28 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Cocalinho, Araguainha e Novo Santo Antônio.



Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Baixo Rio Araguaia
(T.A. – 1)
O Baixo Rio Araguaia faz divisa com os Estado do Pará e Tocantins e seus principais tributários são o rio Xavantinho, rio Cristalino, rio Beleza, e rio Tapirapé. Esta Unidade possui uma área total de 31.361,23 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Vila Rica, Santa Terezinha, Confresa, Porto Alegre do Norte, Canabrava do Norte, Alto Boa Vista, São Félix do Araguaia, Luciara e Serra Nova Dourada.



Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Alto Rio das Mortes
(T.A. – 4)
O Alto Rio das Mortes tem como seus principais tributários o rio Cumbuco, rio Suspiro e rio São Marcos. A área desta unidade é de 29.749,24 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Campo Verde, Dom Aquino, Poxoréu, Primavera do Leste, Nova Brasilândia, Jaciara, Santo Antônio do Leverger, Tesouro, General Carneiro, Santo Antonio do Leste, Novo São Joaquim, Barra do Garças, Campinápolis, Nova Xavantina, Água Boa e Nova Nazaré.


Unidade de Planejamento e Gerenciamento do Baixo Rio das Mortes
 (T.A. – 5)
O Baixo Rio das Mortes tem como seus principais tributários o rio São João Grande, rio Água Suja, rio Borecaia e rio Pindaiba. A área  total desta unidade é de 33.426.16 Km² e compreende o total ou em parte os municípios de Novo Santo Antônio, Serra Nova Dourada, Bom Jesus do Araguaia, Ribeirão Cascalheira, Nova Nazaré, Araguaiana, Barra do Garças, São Felix do Araguaia, Alto Boa Vista, Canarana, Nova Xavantina, Água Boa e Cocalinho.


 Fonte - SEMA

PARA PESCAR EM MATO GROSSO É NECESSÁRIO TAMBÉM CONHECER OS PEIXES EXISTENTES NO ESTADO

PEIXES DE MATO GROSSO

Tipos de Peixes  presentes nos Rios de Mato Grosso

obs: clik em cima dos nomes de cada peixe que abrirá uma página com as informações detalhadas de cada um

Fonte: IBAMA/PNDPA - Desenhos: Lester Scalon

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

ROTEIRO DE TURISMO RURAL, COOPERATIVA CANUDOS, TRILHA DO ALIMENTO, ASSENTAMENTO 14 DE AGOSTO - MATO GROSSO




A Cooperativa de Produção Agropecuária Canudos – COOPAC, uma cooperativa formada por 10 famílias (23 associados) do Assentamento 14 de Agosto na cidade de Campo Verde, foi fundada em 15 de março de 1998 fruto de um processo de discussões que começou na fase de acampamento (o 1º Acampamento organizado pelo MST no Mato Grosso). Estas famílias decidiram organizar a produção de forma coletiva, tendo como principal atividade a organização da produção com vistas ao desenvolvimento econômico e social das mesmas. O trabalho na cooperativa é organizado por setores: 

Produção Agrícola: engloba todo o trabalho referente aos plantios de culturas como hortaliças e lavouras anuais sendo o principal produto o milho verde com produção de 200 sacas de 100 espigas por semana.
Pecuária: produção de animais sendo gado de leite, suínos, ovinos e gado de corte.
Agroindústria: responsável pela transformação e agregação de valor a produção de mandioca e cana de açúcar, hoje produzimos farinha 02 tipos e derivados de cana sendo melado, rapadura, açúcar mascavo e cachaça. A farinheira tem capacidade de produção de 1000 kg dia e de cana produz 250 litros de cachaça e 200 kg de derivados por dia.
Apoio e serviços: serviços prestados a cooperativa como aluguel máquinas e veículos, refeitório, embelezamento e jardinagem, compras coletivas e construção e reforma de instalações.
Administração: gestão administrativa e financeiros da cooperativa. 

A cooperativa produz: 

Banana cerca de 50 caixas por semana
Milho verde 200 sacas de 100 espigas por semana
Verduras de caixaria 50 caixas por semana
Rapadura 200 kg dia no período de maio a novembro
Cachaça 250 litros por dia de maio a novembro
Farinha de mandioca 600 kilos por dia
Leite 300 litros dia 

Turismo Rural 

O Assentamento 14 de Agosto abriu suas portas para o turismo rural, no intuito de interagir com pessoas interessadas em conhecer o cotidiano do assentamento. O local, conta com atrações exclusivas e inovadoras para acolher o visitante. A vegetação nativa predominante é caracterizada como cerradão, onde as principais espécies arbóreas são aroeira, bacuri, copaíba, ipê, angico, etc. 

O Assentamento 14 de Agosto, localizado à 20 km do Município de Campo Verde e cerca de 155 Km da capital, Cuiabá. Fica à margem da MT 070, entre Campo Verde e Dom Aquino. Possui fácil acesso rodoviário e boa visibilidade àqueles que se dirigem ao local. 

O Projeto “Trilhas do Alimento” está incluso no Pólo Cerrado, fazendo parte da Rota Águas Termais e Turismo de Aventura do Vale do São Lourenço. O assentamento possui um ambiente favorável para o Turismo Bucólico-Rural, com atividades de pesca, banho de piscina (fonte termal), passeio a cavalo e visitas aos módulos produtivos, e passeios de aventura como a Trilha do Sacrifício, o Piraputanga Bóia Cross e até mesmo trilhas para Mountain Bike e uma Tirolesa que será implantada a médio prazo. 

Fonte: Setor de Comunicação do MST-MT e COOPAC


terça-feira, 9 de outubro de 2012

ROTEIRO TURISMO COM BASE COMUNITÁRIA E LOCAL - GUARDIÕES DO PANTANAL - MATO GROSSO


E, Mato Grosso - o Projeto Guardiões do Pantanal - Turismo com Base Comunitária e Local, já tem um Produto que estará sendo praticado  é o "Passeios de Barco".



O Projeto Guardiões do Pantanal - Turismo com Base Comunitária e Local, no município de Barão do Melgaço, está sendo  experimentando,   um de seus produtos é o  Passeios de Barco pelo Rio Paraguai e Baias, com acessos a Comunidade Ribeirinha da Piuva e outras onde o turista poderá apreciar a gastronomia local, andar a cavalo, contemplar a flora e fauna e interagir com os ribeirinhos.

O ponto de saída e chegada dos barcos será na cidade de Barão, segundo Zenil, representante dos Guaridões do Pantanal, eles estão treinados e preparados para conduzir os turistas com segurança.

O Projeto Guardiões do Pantanal é desenvolvido pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da Secretaria de Trabalho, com apoio da  SEDTUR, e tem como financiador o Ministério do Turismo e está ligado ao Programa de Turismo com Base Comunitária e Local.

Este processo embora lançado  e  formatado , ainda necessita de alguns ajustes  para o mercado e que só agora é que começam a aparecer os primeiros resultados que é o Passeios de Barco, o objetivo é de ir praticando e reparar as falhas no decorrer do processo.

O sucesso deste projeto será a interação dos Guardiões do Pantanal que é uma ação praticamente em águas com o Turismo Rural que são atividades em terra, os barcos parando nas propriedades ribeirinhas e comunidades tradicionais às marges do Rio Paraguai, consolidando assim as Rotas Turísticas do Município de Barão do Melgaço que é o objetivo do Comitê Gestor das Rotas Turísticas do Município.


Vejam mais fotos de Barão do Melgaço, município do Pantanal Matogrossense 














Fotos; Geraldo Lúcio


PARA MAIORES INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATOS COM:
(65) 9934 4858 – Falar com Zenil
(65) 9617 0594 – Falar com Moacir
(65) 9606 3294 – Falar com Neco



ROTEIRO DE TURISMO COM BASE LOCAL DO COXIPÓ DO OURO - MATO GROSSO


COXIPÓ DO OURO APRESENTA GRANDES ATRATIVOS  PARA O TURISMO RURAL OU COM BASE LOCAL

Igreja histórica antes da restauração


O município de Cuiabá localiza-se na região do Centro Oeste do Brasil, sendo o Centro Geodésico da América do Sul, com população de 526.830 pessoas. Sua extensão territorial compõe uma área de 21.407Km2, possuindo uma bacia hidrográfica extremamente abundante, sendo composta pelo rio: Cuiabá, Manso, da Casca e vários Córregos tais como o Coxipó, Sua altitude varia de 200m a 480m acima do nível do mar, atingindo os locais mais altos na região próximo ao Município de Chapada dos Guimarães, no Distrito de Coxipó do Ouro. O clima é tropical úmido, enquanto a vegetação é composta de 90% de cerrado. e 10% de florestas tropicais 

À distância do Coxipó do Ouro até Cuiabá é de Km. 23 A rodovia de acesso é a Emanuel Pinheiro – MT 251, com pavimentação asfáltica é razoavelmente boa até o 15 Km onde vira – se a esquerda e pega –se os 08 km restante com revestimento primário (estrada de chão)

Na esfera turística, o Distrito de Coxipó do Ouro que está , localizado a uma distância de 23 km da sede do município, com um Cenário com áreas Naturais Preservadas e Processo de produção que vai desde a Agricultura e Pecuária Tradicional até ao processo altamente tecnificado, com áreas de lazer para os munícipes e turistas, além do Córrego Coxipó a paisagem é contemplada por cachoeiras, matas com trilhas, morros com destaque para o Morro do São Gerônimo, para prática do turismo com base local, turismo de Aventura, Ecológico e Rural, bem como alguns restaurantes de comidas típicas mato-grossense, pousadas abertas à visitação mediante ao agendamento e negociação.

Com o rápido desenvolvimento que vem passando toda região da Baixada Cuiabana, alternativas são necessárias para garantir o escoamento o fluxo de capital, geração de empregos locais (qualificadas e não-qualificadas) alternativas que permitam o acesso a outras divisas. Com o passar dos tempos outras atividades diversificaram o desenvolvimento do município de Cuiabá, dentre elas o aumento da produção primária de excedentes, tais como, a agropecuária, a industrialização, o comércio e serviços e o advento do Turismo de Eventos e Negócios.

Esse rápido panorama sócio-econômico permite antever algumas potencialidades para a diversificação e dinamismo da sua economia local e regional. E é com esse intuito que o desenvolvimento da região, em especial, do município de Cuiabá, passa pelo incremento do turismo como atividade sócio-econômica paralela, atrelado as suas belas paisagens naturais (rios, relevos, cachoeiras, trilhas ecológicas, etc).

Igreja em restauração



Na Comunidade Coxipó do Ouro tem uma Trilha de Caminhadas na Natureza, denominada Trilha dos Tropeiros, esta atividade é realizada pela SEDTUR, ANDA - BRASIL, Prefeitura de Cuiabá, Comunidade Local e demais parceiros desde o ano de 2007, veja o mapa da trilha abaixo. 




ROTEIRO DE TURISMO COM BASE LOCAL OU COMUNITÁRIA EM SÃO GONÇALO BEIRA RIO - MATO GROSSO


SÃO GONÇALO BEIRA RIO TURISMO RURAL OU COM BASE LOCAL
Foto: Cerâmica de São Gonçalo Beira Rio

A comunidade São Gonçalo Beira Rio foi fundada no século XVIII, localizada à margem esquerda do rio Cuiabá, a 11 quilômetros do centro da cidade, entre os córregos São Gonçalo e Lavrinha, no Distrito de Coxipó. Sua população é aproximadamente 300 moradores, formada por grupos familiares distribuídos entre 70 famílias.

Situada às margens do Rio Cuiabá, São Gonçalo Beira Rio tem importância histórica, pois praticamente testemunhou o desenvolvimento de Cuiabá. Tradicional na arte de fabricar produtos cerâmicos (passada de mãe para filha há gerações), a Viola-de-Cocho e na preservação do folclore por meio de danças como o Cururu e Siriri, a comunidade veio enfrentando nos últimos anos um processo de esvaziamento com o crescimento da região do Coxipó, a realização de eventos na Comunidade São Gonçalo Beira Rio tem propiciado às cerca de 70 famílias geração de emprego e renda. 

A Comunidade tem sido revitalizada através dos eventos como a Festa do Peixe, Festa da Ceramista, Festa do São Gonçalo e Festival de Pesca, que contribuirão para com a melhoria de qualidade de vida, a partir da oportunidade e condições de grande de parte dos moradores retomarem as atividades tradicionais como pesca, artesanato, gastronomia, folclore e ao fato de resgate propriamente dito de sua cultura. O turismo também tem sido incentivado a partir do funcionamento de restaurantes no local.

A realização das festas e festivais estarão implementando a economia da Comunidade através do turismo de eventos, cultural,atividades esportivas e de lazer,eco turismo, turismo rural solidificando as ações que visam o implemento do turismo sustentável da região, despertar no poder público e na população Cuiabana sobre a importância da Comunidade de São Gonçalo no contexto histórico e turístico de Mato Grosso; solidificar a Rota do Peixe de Cuiabá em São Gonçalo, ampliar a comercialização do artesanato (cerâmica de São Gonçalo ), alavancar uma programação de treinamentos para as Peixarias e os artesões ( comercialização, melhoramento no produto, atendimento, criar o Tour de São Gonçalo e enfim, colaborar com o Grupo Folclórico de São Gonçalo e implementar novos grupos





Conheçam um pouco mais sobre a Comunidade São Gonçalo Beira Rio - Cuiabá - Mato Grosso


De localização estratégica, à margem esquerda do rio Cuiabá, o primeiro povoado só veio a se concretizar com a descoberta das minas do Coxipó do Ouro, em meados de 1719, sendo denominado de Arraial de São Gonçalo Beira Rio, também onde foi lavrada a ata de fundação da cidade de Cuiabá, fica no bairro Coxipó e é forte em produtos artesanais de cerâmica. “são pratos, travessas para peixes e objetos decorativos com a argila do Rio Cuiabá, mas sem apoio quase não vendiam seus produto”, explica Dona Alice, presidente da Associação de Ceramistas de São Gonçalo Beira Rio, que mora na comunidade desde que nasceu, há 63 anos e se dedica a ao artesanato desde os dez anos de idade, na comunidade, tem uma s “lojas denominada São Gonçalo” onde o turista pode adquirir os produtos diretamente das mãos das artesãs, degustar um peixe a moda cuiabana e vivenciar a vida dos ribeirinhos e participar de eventos corporativos e alavancadores.

A menos de 10 anos as ceramistas estavam desarticuladas existiam umas 3 ou quatro desenvolvendo suas atividades, com o apóio do Governo e outros parceiros, hoje, são13 ceramistas trabalhando na associação uma das artesa chegou até a comercializar para a Tok Stock, que revendia os produto para todo o Brasil”.

Com relação aos restaurantes (Peixarias) aconteceu o mesmo processo de 3 a 4 existentes neste universo de tempo (10 anos) hoje são 18 que abertos de terça a domingo atendendo os cliente- visitantes.turistas.

Os eventos anuais Festa do Peixe, Festa da Cerâmista, Fesa do Pescador, Festa do São Gonçalo e Festival de Pesca, recebem cada um mais de 40 mil pessoas circulantes

Outro grande atrativo destas comunidades é o Siriri e o Cururu. A primeira delas é uma dança coreografada comumente por mulheres em roda ou enfileiradas, batendo pés e mãos e respondendo ao grupo de tocadores de viola-de-cocho, ganzá e mocho. O Cururu já é um canto religioso, feito para as festas de santos, e caracterizado por um ritmo marcado pelo dedilhado da viola-de-cocho, com poucas notas e muita repetição. O Cururu é executado somente por homens, que se desafiam várias vezes na execução da música. 

Essas duas manifestações, ainda vivas na maioria das comunidades da Baixada Cuiabana, se encontram anualmente no Festival de Cururu e Siriri de Cuiabá, e os grupos de São Gonçalo Beira Rio são destaques neste evento.



Foto: Geraldo Lúcio