segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A CROOCRIJAPAM DE CÁCERES CONTRIBUI PARA O ROTEIRO GASTRONÔMICO A BASE DE CARNES DE JACARÉS




Atuando desde 1990, a Cooperativa de Criadores de Jacaré do Pantanal (Coocrijapan), é o primeiro criatório comercial de jacarés do Brasil, um projeto que respeita o meio ambiente e combate à caça predatória indiscriminada, gerando emprego e renda, o consumo da carne de jacaré que é nobre e exótica, já é uma realidade nos restaurantes de Cáceres e está presente em vários supermercados da capital, ela tem baixa concentração de calorias e gorduras, além de ser rica em proteínas com ótimo sabor.
A criação do jacaré em cativeiro na cooperativa inicia no processo de coleta dos ovos até sua comercialização e utilização final tudo é sustentavelmente pensado, planejado e executado. 
Os animais (jacarés) são aproveitado quase que 100%: sendo utilizados na alimentação humana, na confecção de artesanatos decorativos e fabricação de roupas, calçados, bolsas, cintos e acessórios em geral. 
A indústria tem licenciamento junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF). Conta com aproximadamente 13 fazendas fornecedoras de ovos cadastradas, com autorização do Ibama, a coleta de ovos é controlada, são coletados apenas 40% de ovos nos ninhos em cada fazenda participante do processo. 
Na sede da cooperativa estão hospedados cerca de 40 mil animais, destes cerca de 2.500 mil animais são abatidos por mês e obtido uma média de 5 a 6 toneladas por mês, que são comercializados. A comercialização está concentradas nos estados de Minas Gerais, Brasília São Paulo e Goiânia, no estado de Mato Grosso a comercialização ainda é muito baixa.
Nove são os tipos de cortes no jacaré. Obtendo-se o animal inteiro limpo e sem pele, a ponta de cauda, filé de cauda, filé de lombo, filé de dorso, filé mignon, aparas, coxa, iscas e sobre coxas. 


Industrializado se obtém várias receitas testadas, receitas culinárias que estão disponíveis confiram abaixo


OBS: CLIQUEM NOS NOMES E ENTREM NO DETALHAMENTO DAS RECEITAS 






















































FONTE: http://www.coocrijapan.com.br/20_receitas_e.asp
http://www.coocrijapan.com.br





Linguiça de jacaré


Cuiabá, portão de entrada do Pantanal, uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, é um lugar onde os visitantes pode degustar uma boa gastronomia sobre tudo a base de peixes. Nas peixarias cuiabanas, (restaurante de peixes) o sistema em que se serve as refeições é de rodízio, onde os peixes pintado, pacu e piraputanga são se apresentam no caso do pintado frito e na mojica (espécie de ensopado com cubos de mandioca); o pacu ensopado, assado, recheado com farofa de couve, ou como ventrecha (o equivalente à costela do peixe) frita. Pirão, farofa de banana-da-terra e banana frita complementam o rodízio, que na maioria das peixarias são complementadas com uma sobremesa a base de rapaduras, doces de leite, furrundum (melado de cana com mamão ralado), “os furrunduns de antigamente eram feitos com o tronco do pé do mamão” banana frita com canela e doce de caju. 


Na cidade de Cáceres a 210 km de Cuiabá pela BR 070, sentido Rondônia, existem várias Peixarias às margens do Rio Paraguai que apresentam aos seus clientes receitas exóticas, a base de carne de jacarés, esses animais são criados em cativeiro e abatidos no frigorífico pela Cooperativa de Jacarés do Pantanal – COOCRIJAPAN, os animais após o abate dão origem a vários tipos de cortes que estão disponíveis nos grandes supermercados, onde são transformadas em fabulosos pratos, é o caso da famosa pizza de jacaré, a linguiça de jacaré (a carne é suave, mas apimentada); o jacaré à milanesa e o jacaré assado no espeto, o sabor é quase equivalente ao de do peixe, coisa exótica ao extremo, que vale provar. 


Outros pratos típicos apresentados na culinária cuiabana são: a Maria Izabel (carne de sol com arroz) e o revirado cuiabano (como um pirão de carne moída com farinha de mandioca) galinha com Arroz, Arroz com linguiça cuiabana, arroz com pequi, demoram a sair, mas vêm em grandes panelas de barro, bem executados e temperados.


Linguiça de jacaré

Linguiça de jacaré


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

ROTEIRO DO PEIXE EM CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE - MATO GROSSO




Placa de identificação dos atrativos da Rota do Peixe em Bom Sucesso 

O Rio Cuiabá nas últimas décadas tem sofrido impactos, causados pelo crescimento acelerado de Cuiabá e Várzea Grande, que apresenta índices de mais de 12% acima da média nacional que é de 9% ao ano, este fator inviabilizou a sobrevivência dos pescadores que viviam exclusivamente da pesca. Nas Comunidades, com o São Gonçalo Beira Rio em Cuiabá e Bom Sucesso, Pai André e Passagem da Conceição em Várzea Grande, a população ribeirinha sofreu esses impactos e começou a procurar outros meios de manter sua sobrevivência, dentre eles, a transformação de suas casas em peixarias, reconhecida pelo poder público como a Rotas do Peixe. 

Nestas comunidades nas conhecidas Rotas do Peixe, são servidos pratos típicos onde os visitantes (turistas) podem apreciar o melhor da culinária regional, a base de carne de peixes como: mojica de pintado, ventrecha de pacu, piraputanga assada, farofa de banana, de peixe e pirão. Essas peixarias são intensamente frequentadas constituindo-se num percurso peculiar e tradicional da região, principalmente por ocasião em que acontecem as festanças regionais – em calendários fixos como é o caso da Festa do Pescador, Festa do Peixe, Festa da Ceramista, Festa de São Pedro, Festa de São Gonçalo, Festa de São Benedito, aniversário de Cuiabá e de Várzea Grande. 

O Turismo Rural, Turismo com Base Comunitária, Turismo com Base Local e a Produção associada ao Turismo, e o Turismo para o conhecimento cultural e Turismo Vivencial, já é uma realidade nestas comunidade onde a visitação tem ocorrido nas casas dos Agricultores Familiar (Ribeirinhos) e dos artesãos, isto quando acontece tem como objetivo valorizar a comunidade agregando valor na renda das famílias, fortalecendo os empreendimentos da economia solidária e estimulando o desenvolvimento do Turismo em Rede, integrando-o a outras atividades turísticas, agrícolas, da agroindústria, artesanato e outros segmentos dos municípios da Baixada Cuiabana que estão diretamente ligados a cadeia do turismo. 


Para compor um processo que culmine com uma Rede de Desenvolvimento do Turismo, é faz necessário a organização, a identificação das famílias que estejam dispostas a participarem do projeto e a necessidade de qualificação e ou capacitação continuada, buscando a conservação do meio ambiente com responsabilidade. 

Quando se fala em meio ambiente é interessante observar que o Rio Cuiabá, é responsável pelo sustento de várias famílias de agricultores familiar (ribeirinhos). Os segmentos do turismo como Turismo Rural, Turismo com Base Comunitária, Turismo com Base Local e a Produção associada ao Turismo, e o Turismo para o conhecimento cultural e Turismo Vivencial, na Europa também conhecido como Turismo Responsável, vem com a proposta de ser um instrumento de inclusão social, de geração de renda e de conservação ambiental, pois são as bases do turismo sustentável o meio ambiente, o meio urbano, a formação profissional e a conscientização da população. 

O turismo é uma das atividades com maior potencial para a geração de trabalho e renda, as relações de confiança criadas a partir do desenvolvimento do turismo são fundamentais nas comunidades supra citadas, o reconhecimento dos valores culturais da comunidade, a mudança da paisagem urbana da comunidade, resgatando seus princípios de identidade e forma de vivência através de suas produções artesanais, culinária, gastronomia e preservação cultual do meio ambiente ribeirinho, são fatores fundamentais para a consolidação do Turismo e a sensibilização de todos os atores 

Também existe a necessidade do aprimoramento da gestão desta atividade pelos atores, o que pode tomar por base os avanços já conseguidos por diversas iniciativas realizadas no estado com apoio do MDA, Mtur, SEDTUR, SEDRAF, AMM, EMPAER, SETECs, como por exemplo - O Projeto Turismo com Base Comunitária “Guardiões do Pantanal em Barão do Melgaço” e Produção Associada ao Turismo na Comunidade Quilombola Mutuca – Complexo Mata Cavalo, em Nossa Senhora do Livramento. 

Nas Rotas do Peixes tendo em vista o advento da realização da Copa do Pantanal 2014 é necessário a Certificação dos equipamentos turísticos (bares, restaurantes, casas de membros da comunidade, produtos e serviços) pelo Governo Federal, Governo do Estado de Mato Grosso e Municípios com o envolvimento e participação direta da iniciativa privada.

Texto - Geraldo Lúcio

Vejam mais fotos abaixo














Engenho de cana - fabrica artesanal de melado e rapadura 

Engenho de cana - fabrica artesanal de melado e rapadura 

Fotos - Geraldo Lúcio


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ROTEIRO PARQUE NACIONAL DE CHAPADA DOS GUIMARÃES - MT



Belezas cênicas em uma variedade de ambientes, além da contemplação de diferentes espécies de flora e fauna do Cerrado são alguns dos atrativos do Parque Nacional (Parna) Chapada dos Guimarães. Além de ser marcado pela diversidade de relevo, o parque faz parte da bacia hidrográfica do Alto Paraguai, protegendo cabeceiras do rio Cuiabá, um dos principais formadores do Pantanal Matogrossense.

Os visitantes podem desfrutar de atrativos turísticos das regiões próximas à Unidade, como na cidade de Chapada dos Guimarães. Há muitos roteiros a serem seguidos.

Os atrativos turísticos dentro do parque são acessados por trilhas, a maioria em área de cerrado sem sombra. Por isso é recomendado evitar caminhar nas trilhas nos horários mais quentes do dia, entre 11 e 15 horas; usar meias e calçados adequados para caminhadas mais longas, além de estar usando boné ou chapéu e protetor solar.

Para o Circuito das Cachoeiras é aconselhável levar água, repelente, lanche, embalagem para acondicionar seu lixo, roupa de banho, capa de chuva (principalmente de outubro a março), binóculos, máquina fotográfica, telefone celular com bateria carregada e o número da administração do parque.

Dentre as espécies vegetais registradas na Unidade destacam-se o cascudo (Talisia subalbens), endêmico de Chapada dos Guimarães. Em relação à fauna, embora sejam poucos os levantamentos, o número de espécies registradas passa de 400. Destacam-se 24 novas espécies de abelhas-das-orquídeas, espécies endêmicas do Cerrado como a raposinha (Lycalopex vetulus), aves migratórias como o gavião-tesoura (Elanoides forficatus), o sabiá-norte-americano (Catharus fuscescens) e espécies vulneráveis à extinção como o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), a jaguatirica (Leopardus pardalis) e a onça-pintada (Panthera onca).

COMO CHEGAR

A rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), que dá acesso à entrada do parque, margeia-o a partir do km 26, até o Complexo Turístico da Salgadeira. Neste ponto, a estrada adentra o parque por seis quilômetros, até a Mata Fria, passando novamente a ser seu limite, por cerca de 4 km.

Esta rodovia, do km 17 até a cidade de Chapada dos Guimarães e desta até o Mirante do Centro Geodésico, corresponde a uma Unidade de Conservação Estadual: a Estrada Parque Cuiabá – Chapada dos Guimarães – Mirante, criada em junho de 2000.

ONDE FICAR

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães não possui alojamentos para visitantes ou pousadas e não é permitido acampar dentro dos limites do parque. Os visitantes podem se hospedar na cidade de Chapada dos Guimarães (campings, hotéis e pousadas), no Complexo Turístico da Salgadeira (camping) ou mesmo na cidade de Cuiabá.

INGRESSOS

O Parque pode ser visitado durante o ano inteiro. Atualmente, a entrada é franca.

Confira mais informações no site do Parna da Chapada dos Guimarães.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A EXPEDIÇÃO INTEROCEÂNICA TERÁ APOIO DA EMBRATUR



Fonte: ASCOM EMBRATUR



Flavio Dino, presidente da Embratur junto com as secretárias Teté Bezerra e Ilmara do Acre

O presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Flávio Dino, recebeu ontem, 23, a secretária de Desenvolvimento do Turismo do Mato Grosso, Teté Bezerra a secretária de Turismo do Acre, Ilmara Lima, e os organizadores da Expedição Interoceânica, Cassiano Marques, diretor-presidente da EME Amazônia e Osvaldo Dias, diretor da Star Motos (Honda), para discutir sobre os detalhes da próxima edição do evento, que acontecerá em julho de 2013. 

A reunião marcou o início das ações na região para programar uma política de promoção do turismo.

“Vamos apoiar o projeto em 2013, assim como fizemos em 2012, pois a Expedição é um evento que vai ao encontro das estratégias da Embratur, sendo em si, uma ótima plataforma para projeção do país como destino turístico”.

A expedição tem como objetivo promover a integração dos países envolvidos, mostrando sua viabilidade logística e turística, cruzando de leste a oeste o continente sul-americano, com destaque para os percursos da BR-364, BR-317 e Carretera Interoceánica – estrada recentemente concluída que interliga o Brasil ao Peru.

Desta forma, o evento percorrerá a Rota Turística Internacional Pantanal – Amazônia – Andes – Pacífico, produto turístico integrado entre os estados do Mato Grosso, Rondônia e Acre e, articulado em níveis nacionais com Embratur e Promperu, órgão de promoção do Peru.

“Pretendemos realizar um trabalho de consolidação de um novo portal de entrada da América do Sul. A intenção é fazer com que os países vizinhos e até os da América do Norte saibam que podem chegar ao Brasil por essa Rota”, explicou Cassiano Marques.

A II Expedição Interoceânica aconteceu de 15 de novembro a 02 de dezembro de 2012 e percorreu mais de oito mil quilômetros a partir do Oceano Atlântico até o Pacífico, concluindo sua rota no Peru. A caravana saiu de Santos (SP) e passou por diversas cidades brasileiras e peruanas levando um grande balão promocional e divulgando o Brasil. A expedição despejou um galão de água do Atlântico no Pacífico, simbolizando a ligação entre os dois oceanos.

O balão promocional levou a campanha criada pela Embratur: “O mundo se encontra no Brasil, venha celebrar a vida”. 

III Expedição Interoceânica

O roteiro da III Expedição Interoceânica terá quatro largadas oficiais, incorporando os expedicionários e começando por Cuiabá (MT), uma das sedes da Copa de 2014, Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Lima (Peru). 

Os aventureiros percorrerão as BRs 364 e 317 no Brasil e de Assis Brasil (Acre) entrarão no Peru onde visitarão Iñapari, Puerto Maldonado, Cusco, Nazca, Lima e Piura. Depois, cruzam o Equador até a capital Quito, de onde partirão para as cidades colombianas de Cali e Bogotá. A expedição irá até a Venezuela e passará por Caracas, Ciudad Guayana e Santa Helena. De lá, retornam ao Brasil pelo extremo norte, em Roraima, pernoitando em Boa Vista, e seguindo até Manaus, a outra sede da Copa de 2014 abrangida pela Rota Turística Internacional. 

Percorrerão ainda a estrada de Manaus a Porto Velho, encerrando oficialmente o evento em Rio Branco.

Ao todo serão aproximadamente 24 dias, com largada no início de julho de 2013.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

BRASIL CENTRAL TUR - (Turismo no Coração do País)


http://www.brasilcentraltur.com/pt-br/estados/16

Com o objetivo de divulgar os destinos do Centro-Oeste, o Ministério da Integração Nacional, por meio da Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste), criou o programa Brasil Central Tur em parceria com as instituições de turismo de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e do Distrito Federal. O programa, que conta com a parceria da Embratur, 

O portal do Brasil Central Tur reune as informações básicas sobre 18 destinos do Centro-Oeste. A presença das redes sociais será a ponte entre o turista e os roteiros de viagem, esclarecendo dúvidas e fornecendo informações detalhadas sobre cada local. Conteúdos dinâmicos e descontraídos vão facilitar o engajamento dos usuários e a interatividade fará com que as páginas e perfis do BC funcionem como troca de experiências. 

Saiba mais sobre os destinos turísticos do Centro-Oeste

CONHEÇAM EM DETALHES ACESSANDO O SITE

No endereço abaixo você entrará direto na página de Mato Grosso
http://www.brasilcentraltur.com/pt-br/estados/16