CAMINHADAS EM MATO GROSSO
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
A CROOCRIJAPAM DE CÁCERES CONTRIBUI PARA O ROTEIRO GASTRONÔMICO A BASE DE CARNES DE JACARÉS
Atuando desde 1990, a Cooperativa de Criadores de Jacaré do Pantanal (Coocrijapan), é o primeiro criatório comercial de jacarés do Brasil, um projeto que respeita o meio ambiente e combate à caça predatória indiscriminada, gerando emprego e renda, o consumo da carne de jacaré que é nobre e exótica, já é uma realidade nos restaurantes de Cáceres e está presente em vários supermercados da capital, ela tem baixa concentração de calorias e gorduras, além de ser rica em proteínas com ótimo sabor.
A criação do jacaré em cativeiro na cooperativa inicia no processo de coleta dos ovos até sua comercialização e utilização final tudo é sustentavelmente pensado, planejado e executado.
Os animais (jacarés) são aproveitado quase que 100%: sendo utilizados na alimentação humana, na confecção de artesanatos decorativos e fabricação de roupas, calçados, bolsas, cintos e acessórios em geral.
A indústria tem licenciamento junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF). Conta com aproximadamente 13 fazendas fornecedoras de ovos cadastradas, com autorização do Ibama, a coleta de ovos é controlada, são coletados apenas 40% de ovos nos ninhos em cada fazenda participante do processo.
Na sede da cooperativa estão hospedados cerca de 40 mil animais, destes cerca de 2.500 mil animais são abatidos por mês e obtido uma média de 5 a 6 toneladas por mês, que são comercializados. A comercialização está concentradas nos estados de Minas Gerais, Brasília São Paulo e Goiânia, no estado de Mato Grosso a comercialização ainda é muito baixa.
Nove são os tipos de cortes no jacaré. Obtendo-se o animal inteiro limpo e sem pele, a ponta de cauda, filé de cauda, filé de lombo, filé de dorso, filé mignon, aparas, coxa, iscas e sobre coxas.
Industrializado se obtém várias receitas testadas, receitas culinárias que estão disponíveis confiram abaixo
OBS: CLIQUEM NOS NOMES E ENTREM NO DETALHAMENTO DAS RECEITAS
FONTE: http://www.coocrijapan.com.br/20_receitas_e.asp
http://www.coocrijapan.com.br
Linguiça de jacaré
Cuiabá, portão de entrada do Pantanal, uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, é um lugar onde os visitantes pode degustar uma boa gastronomia sobre tudo a base de peixes. Nas peixarias cuiabanas, (restaurante de peixes) o sistema em que se serve as refeições é de rodízio, onde os peixes pintado, pacu e piraputanga são se apresentam no caso do pintado frito e na mojica (espécie de ensopado com cubos de mandioca); o pacu ensopado, assado, recheado com farofa de couve, ou como ventrecha (o equivalente à costela do peixe) frita. Pirão, farofa de banana-da-terra e banana frita complementam o rodízio, que na maioria das peixarias são complementadas com uma sobremesa a base de rapaduras, doces de leite, furrundum (melado de cana com mamão ralado), “os furrunduns de antigamente eram feitos com o tronco do pé do mamão” banana frita com canela e doce de caju.
Na cidade de Cáceres a 210 km de Cuiabá pela BR 070, sentido Rondônia, existem várias Peixarias às margens do Rio Paraguai que apresentam aos seus clientes receitas exóticas, a base de carne de jacarés, esses animais são criados em cativeiro e abatidos no frigorífico pela Cooperativa de Jacarés do Pantanal – COOCRIJAPAN, os animais após o abate dão origem a vários tipos de cortes que estão disponíveis nos grandes supermercados, onde são transformadas em fabulosos pratos, é o caso da famosa pizza de jacaré, a linguiça de jacaré (a carne é suave, mas apimentada); o jacaré à milanesa e o jacaré assado no espeto, o sabor é quase equivalente ao de do peixe, coisa exótica ao extremo, que vale provar.
Outros pratos típicos apresentados na culinária cuiabana são: a Maria Izabel (carne de sol com arroz) e o revirado cuiabano (como um pirão de carne moída com farinha de mandioca) galinha com Arroz, Arroz com linguiça cuiabana, arroz com pequi, demoram a sair, mas vêm em grandes panelas de barro, bem executados e temperados.
Linguiça de jacaré
Linguiça de jacaré
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
ROTEIRO DO PEIXE EM CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE - MATO GROSSO
Placa de identificação dos atrativos da Rota do Peixe em Bom Sucesso
O Rio Cuiabá nas últimas décadas tem sofrido impactos, causados pelo crescimento acelerado de Cuiabá e Várzea Grande, que apresenta índices de mais de 12% acima da média nacional que é de 9% ao ano, este fator inviabilizou a sobrevivência dos pescadores que viviam exclusivamente da pesca. Nas Comunidades, com o São Gonçalo Beira Rio em Cuiabá e Bom Sucesso, Pai André e Passagem da Conceição em Várzea Grande, a população ribeirinha sofreu esses impactos e começou a procurar outros meios de manter sua sobrevivência, dentre eles, a transformação de suas casas em peixarias, reconhecida pelo poder público como a Rotas do Peixe.
Nestas comunidades nas conhecidas Rotas do Peixe, são servidos pratos típicos onde os visitantes (turistas) podem apreciar o melhor da culinária regional, a base de carne de peixes como: mojica de pintado, ventrecha de pacu, piraputanga assada, farofa de banana, de peixe e pirão. Essas peixarias são intensamente frequentadas constituindo-se num percurso peculiar e tradicional da região, principalmente por ocasião em que acontecem as festanças regionais – em calendários fixos como é o caso da Festa do Pescador, Festa do Peixe, Festa da Ceramista, Festa de São Pedro, Festa de São Gonçalo, Festa de São Benedito, aniversário de Cuiabá e de Várzea Grande.
O Turismo Rural, Turismo com Base Comunitária, Turismo com Base Local e a Produção associada ao Turismo, e o Turismo para o conhecimento cultural e Turismo Vivencial, já é uma realidade nestas comunidade onde a visitação tem ocorrido nas casas dos Agricultores Familiar (Ribeirinhos) e dos artesãos, isto quando acontece tem como objetivo valorizar a comunidade agregando valor na renda das famílias, fortalecendo os empreendimentos da economia solidária e estimulando o desenvolvimento do Turismo em Rede, integrando-o a outras atividades turísticas, agrícolas, da agroindústria, artesanato e outros segmentos dos municípios da Baixada Cuiabana que estão diretamente ligados a cadeia do turismo.
Para compor um processo que culmine com uma Rede de Desenvolvimento do Turismo, é faz necessário a organização, a identificação das famílias que estejam dispostas a participarem do projeto e a necessidade de qualificação e ou capacitação continuada, buscando a conservação do meio ambiente com responsabilidade.
Quando se fala em meio ambiente é interessante observar que o Rio Cuiabá, é responsável pelo sustento de várias famílias de agricultores familiar (ribeirinhos). Os segmentos do turismo como Turismo Rural, Turismo com Base Comunitária, Turismo com Base Local e a Produção associada ao Turismo, e o Turismo para o conhecimento cultural e Turismo Vivencial, na Europa também conhecido como Turismo Responsável, vem com a proposta de ser um instrumento de inclusão social, de geração de renda e de conservação ambiental, pois são as bases do turismo sustentável o meio ambiente, o meio urbano, a formação profissional e a conscientização da população.
O turismo é uma das atividades com maior potencial para a geração de trabalho e renda, as relações de confiança criadas a partir do desenvolvimento do turismo são fundamentais nas comunidades supra citadas, o reconhecimento dos valores culturais da comunidade, a mudança da paisagem urbana da comunidade, resgatando seus princípios de identidade e forma de vivência através de suas produções artesanais, culinária, gastronomia e preservação cultual do meio ambiente ribeirinho, são fatores fundamentais para a consolidação do Turismo e a sensibilização de todos os atores
Também existe a necessidade do aprimoramento da gestão desta atividade pelos atores, o que pode tomar por base os avanços já conseguidos por diversas iniciativas realizadas no estado com apoio do MDA, Mtur, SEDTUR, SEDRAF, AMM, EMPAER, SETECs, como por exemplo - O Projeto Turismo com Base Comunitária “Guardiões do Pantanal em Barão do Melgaço” e Produção Associada ao Turismo na Comunidade Quilombola Mutuca – Complexo Mata Cavalo, em Nossa Senhora do Livramento.
Nas Rotas do Peixes tendo em vista o advento da realização da Copa do Pantanal 2014 é necessário a Certificação dos equipamentos turísticos (bares, restaurantes, casas de membros da comunidade, produtos e serviços) pelo Governo Federal, Governo do Estado de Mato Grosso e Municípios com o envolvimento e participação direta da iniciativa privada.
Texto - Geraldo Lúcio
Vejam mais fotos abaixo
Engenho de cana - fabrica artesanal de melado e rapadura
Engenho de cana - fabrica artesanal de melado e rapadura
Fotos - Geraldo Lúcio
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
ROTEIRO PARQUE NACIONAL DE CHAPADA DOS GUIMARÃES - MT
Os visitantes podem desfrutar de atrativos turísticos das regiões próximas à Unidade, como na cidade de Chapada dos Guimarães. Há muitos roteiros a serem seguidos.
Os atrativos turísticos dentro do parque são acessados por trilhas, a maioria em área de cerrado sem sombra. Por isso é recomendado evitar caminhar nas trilhas nos horários mais quentes do dia, entre 11 e 15 horas; usar meias e calçados adequados para caminhadas mais longas, além de estar usando boné ou chapéu e protetor solar.
Para o Circuito das Cachoeiras é aconselhável levar água, repelente, lanche, embalagem para acondicionar seu lixo, roupa de banho, capa de chuva (principalmente de outubro a março), binóculos, máquina fotográfica, telefone celular com bateria carregada e o número da administração do parque.
Dentre as espécies vegetais registradas na Unidade destacam-se o cascudo (Talisia subalbens), endêmico de Chapada dos Guimarães. Em relação à fauna, embora sejam poucos os levantamentos, o número de espécies registradas passa de 400. Destacam-se 24 novas espécies de abelhas-das-orquídeas, espécies endêmicas do Cerrado como a raposinha (Lycalopex vetulus), aves migratórias como o gavião-tesoura (Elanoides forficatus), o sabiá-norte-americano (Catharus fuscescens) e espécies vulneráveis à extinção como o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), a jaguatirica (Leopardus pardalis) e a onça-pintada (Panthera onca).
COMO CHEGAR
A rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), que dá acesso à entrada do parque, margeia-o a partir do km 26, até o Complexo Turístico da Salgadeira. Neste ponto, a estrada adentra o parque por seis quilômetros, até a Mata Fria, passando novamente a ser seu limite, por cerca de 4 km.
Esta rodovia, do km 17 até a cidade de Chapada dos Guimarães e desta até o Mirante do Centro Geodésico, corresponde a uma Unidade de Conservação Estadual: a Estrada Parque Cuiabá – Chapada dos Guimarães – Mirante, criada em junho de 2000.
ONDE FICAR
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães não possui alojamentos para visitantes ou pousadas e não é permitido acampar dentro dos limites do parque. Os visitantes podem se hospedar na cidade de Chapada dos Guimarães (campings, hotéis e pousadas), no Complexo Turístico da Salgadeira (camping) ou mesmo na cidade de Cuiabá.
INGRESSOS
O Parque pode ser visitado durante o ano inteiro. Atualmente, a entrada é franca.
Confira mais informações no site do Parna da Chapada dos Guimarães.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
A EXPEDIÇÃO INTEROCEÂNICA TERÁ APOIO DA EMBRATUR
Fonte: ASCOM EMBRATUR
Flavio Dino, presidente da Embratur junto com as secretárias Teté Bezerra e Ilmara do Acre
O presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Flávio Dino, recebeu ontem, 23, a secretária de Desenvolvimento do Turismo do Mato Grosso, Teté Bezerra a secretária de Turismo do Acre, Ilmara Lima, e os organizadores da Expedição Interoceânica, Cassiano Marques, diretor-presidente da EME Amazônia e Osvaldo Dias, diretor da Star Motos (Honda), para discutir sobre os detalhes da próxima edição do evento, que acontecerá em julho de 2013.
A reunião marcou o início das ações na região para programar uma política de promoção do turismo.
“Vamos apoiar o projeto em 2013, assim como fizemos em 2012, pois a Expedição é um evento que vai ao encontro das estratégias da Embratur, sendo em si, uma ótima plataforma para projeção do país como destino turístico”.
A expedição tem como objetivo promover a integração dos países envolvidos, mostrando sua viabilidade logística e turística, cruzando de leste a oeste o continente sul-americano, com destaque para os percursos da BR-364, BR-317 e Carretera Interoceánica – estrada recentemente concluída que interliga o Brasil ao Peru.
Desta forma, o evento percorrerá a Rota Turística Internacional Pantanal – Amazônia – Andes – Pacífico, produto turístico integrado entre os estados do Mato Grosso, Rondônia e Acre e, articulado em níveis nacionais com Embratur e Promperu, órgão de promoção do Peru.
“Pretendemos realizar um trabalho de consolidação de um novo portal de entrada da América do Sul. A intenção é fazer com que os países vizinhos e até os da América do Norte saibam que podem chegar ao Brasil por essa Rota”, explicou Cassiano Marques.
A II Expedição Interoceânica aconteceu de 15 de novembro a 02 de dezembro de 2012 e percorreu mais de oito mil quilômetros a partir do Oceano Atlântico até o Pacífico, concluindo sua rota no Peru. A caravana saiu de Santos (SP) e passou por diversas cidades brasileiras e peruanas levando um grande balão promocional e divulgando o Brasil. A expedição despejou um galão de água do Atlântico no Pacífico, simbolizando a ligação entre os dois oceanos.
O balão promocional levou a campanha criada pela Embratur: “O mundo se encontra no Brasil, venha celebrar a vida”.
III Expedição Interoceânica
O roteiro da III Expedição Interoceânica terá quatro largadas oficiais, incorporando os expedicionários e começando por Cuiabá (MT), uma das sedes da Copa de 2014, Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Lima (Peru).
Os aventureiros percorrerão as BRs 364 e 317 no Brasil e de Assis Brasil (Acre) entrarão no Peru onde visitarão Iñapari, Puerto Maldonado, Cusco, Nazca, Lima e Piura. Depois, cruzam o Equador até a capital Quito, de onde partirão para as cidades colombianas de Cali e Bogotá. A expedição irá até a Venezuela e passará por Caracas, Ciudad Guayana e Santa Helena. De lá, retornam ao Brasil pelo extremo norte, em Roraima, pernoitando em Boa Vista, e seguindo até Manaus, a outra sede da Copa de 2014 abrangida pela Rota Turística Internacional.
Percorrerão ainda a estrada de Manaus a Porto Velho, encerrando oficialmente o evento em Rio Branco.
Ao todo serão aproximadamente 24 dias, com largada no início de julho de 2013.
Marcadores:
ROTEIRO PANTANAL - AMAZÔNIA - ANDES - PACÍFICO
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
BRASIL CENTRAL TUR - (Turismo no Coração do País)
http://www.brasilcentraltur.com/pt-br/estados/16
Com o objetivo de divulgar os destinos do Centro-Oeste, o Ministério da Integração Nacional, por meio da Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste), criou o programa Brasil Central Tur em parceria com as instituições de turismo de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e do Distrito Federal. O programa, que conta com a parceria da Embratur,
O portal do Brasil Central Tur reune as informações básicas sobre 18 destinos do Centro-Oeste. A presença das redes sociais será a ponte entre o turista e os roteiros de viagem, esclarecendo dúvidas e fornecendo informações detalhadas sobre cada local. Conteúdos dinâmicos e descontraídos vão facilitar o engajamento dos usuários e a interatividade fará com que as páginas e perfis do BC funcionem como troca de experiências.
Saiba mais sobre os destinos turísticos do Centro-Oeste
CONHEÇAM EM DETALHES ACESSANDO O SITE
No endereço abaixo você entrará direto na página de Mato Grosso
http://www.brasilcentraltur.com/pt-br/estados/16
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