quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ROTEIRO TURÍSTICO - CHAPADA DOS GUIMARÃES - MATO GROSSO


Chapada dos Guimarães é um município brasileiro do estado de Mato Grosso.
Já foi considerado o maior município do mundo, devido ao seu território anterior com cerca de 269 mil km². O município de Chapada dos Guimarães deu origem a municípios como Alta Floresta, Colíder, Sinop, Nova Brasilândia, Paranatinga e outros. Possui vários pontos turísticos como, por exemplo, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, com cachoeiras, cavernas, lagoas e trilhas em meio a uma natureza típica de cerrado, vegetação predominante na cidade.
Chapada dos Guimarães tem tem vários atrativos turísticos: 46 sítios arqueológicos; dois sítios paleontológicos; 59 nascentes; 487 cachoeiras; 3.300 km² de Parque Nacional; 2.518 km² de Área de Proteção Ambiental; duas reservas estaduais; dois parques municipais; duas estradas-parque; 157 km de paredões; 42 imóveis tombados pelo Iphan; 38 espécies endêmicas.
O artesanato local é uma das referências na cidade, com vários artesãos locais que chegaram ou nasceram na cidade e, que ali, foram crescendo e vivendo do artesanato, que é exposto em praça pública de terça-feira a domingo para os habitantes e turistas. Existe um projeto de uma "Rua do Artesanato", que visa criar um local específico para os artesãos, mas nada projetado ainda. Além de todas estas opções, o município conta com o turismo nos dias mais frio do ano, quando a temperatura pode diferir-se até -2°C para menos, da próxima capital Cuiabá.

Localiza-se a uma latitude 15º27'38" sul e a uma longitude 55º44'59" oeste, estando a uma altitude de 811 metros. Sua população estimada em 2010 era de 17 799 habitantes. Possui uma área de 6249,44 km². É o segundo município mais alto de Mato Grosso

A preocupação com a preservação da área hoje ocupada pelo Parque Nacional da Chapada dos Guimarães remonta ao início do século passado, quando o vice-presidente do estado de Mato Grosso, Coronel Pedro Celestino Corrêa da Costa decretou a utilidade pública da área, tornando as terras devolutas da encosta da serra da Chapada, desde sua base até 2 km a partir do planalto, não alienáveis a nenhum título (Decreto no 262/10). Essa preocupação foi motivada pela devastação da vegetação das cabeceiras dos rios Coxipó-açu, Manso e Cuiabá, com conseqüente comprometimento da navegação.

Na década de 70, surgiram novas proposições para proteção da área. Foi sugerida a criação de uma reserva biológica, sobretudo pela grande diversidade de flora e fauna do local. Em 1976, o Conselho Nacional de Turismo declarou um polígono irregular de 30.000 ha como zona prioritária de interesse turístico (Resolução CNTur no 819/76) e, no ano seguinte, Garcia Neto, governador do Mato Grosso, declarou a área como de utilidade pública para fins de desapropriação (Decreto no 882/77).

Na década de 80, o governador Frederico Campos desapropriou áreas já utilizadas como ponto turístico, com intenção de concretizar a vocação turística da região: Mutuca (Decreto no 662/80), Cachoeirinha (Decreto no 663/80), Salgadeira (Decreto no 664/80) e Rio Claro (Decreto no 648/80).

Em 1984, foi criado o Terminal Turístico da Salgadeira e foi proposta a criação do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, através do Projeto de Lei no 405-A. O objetivo da proposta era a proteção do Morro do São Jerônimo, Morro do Cambari, Cidade de Pedra, Cachoeira Véu de Noiva, Vale da Salgadeira, Rio Claro, Rio Mutuca, entre outras localidades e, em especial, as cabeceiras dos rios.

Em 1986, a sociedade civil desenvolveu uma campanha nacional pela criação do Parque, que obteve êxito em 12 de abril de 1989, com a assinatura do Decreto Lei no 97.656, que criou o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, abrangendo 32.630 ha, com objetivo de proteger amostras significativas dos ecossistemas locais, assegurando a preservação dos recursos naturais e dos sítios arqueológicos existentes e proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa.
 

PARA FAZER TODO ESTE SÃO NECESSÁRIOS 04 DIAS E 03 NOITES

 O Município de Chapada fica apenas à 64 km de Cuiabá  sendo assim o roteiro Inicia e termina   Cuiabá,  são atividades que podem ser realizadas durante todo ano. –


1º Dia - Cuiabá / Chapada dos Guimarães
{transfer in}
Chegada no aeroporto Marechal Rondon e viagem de 75 km até a Chapada dos Guimarães, passando ao lado das belas formações rochosas / Check in no hotel/ noite livre.

2º Dia – Chapada dos Guimarães
{Circuito de Cachoeiras do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães}
Após Café da manhã (9h) viagem até o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Acesso de carro pela estrada de serviço por aproximadamente 05 quilômetros até chegar ao ponto inicial da caminhada. Um pequeno alongamento e então começará a caminhada pelo Cerrado, conhecendo veredas e campos rupestres bem característicos da savana brasileira. Chegada ao início do Circuito de Cachoeiras do Parque Nacional: cachoeiras do pulo, degrau, prainha a andorinhas. Possibilidade de banho em todas elas. Durante o passeio o visitante terá contato com o mosaico geológico que compõe a 'chapada', conhecendo desde rochas primitivas do nosso Continente, como o Filito, até as formações mais recentes, como Formação Furnas e Formação Ponta Grossa, além de poder aproveitar os banhos na mais pura água doce do centro do Brasil. Caminhada de retorno e parada estratégica para um ultimo banho na  cachoeiras 7 de setembro (sonrizal).Em seguida acesso para a trilha que levará até a Casa de Pedra, uma pequena caverna de arenito esculpida pelo córrego 7 de Setembro, um dos formadores das cachoeiras. Uma pequena exploração visual para conhecer o local e despedida do circuito. Viagem de carro e saída do Parque Nacional prevista para as 16h ou 17h. Sugerimos lanche reforçado neste dia para aproveitar as cachoeiras com pic-nic. Retorno ao hotel e noite livre.

3º Dia - Chapada dos Guimarães
{Vale do Rio Claro, Crista de Galo, Morro dos Ventos}

Após Café da manhã (9h) viagem de pouco mais de 20 km passando ao lado dos milenares paredões de arenito da Chapada. Acesso ao Vale do Rio Claro e contato com o Cerrado e o lindo visual da Chapada. Caminhada até a Crista, uma formação rochosa elevada que possibilitará um visual panorâmico para os paredões e toda a região, dando ao visitante uma noção exata do que é a Chapada. Em seguida caminhada até o rio Claro, onde um refrescante banho de água cristalina estará a espera de todos. Será possível praticar a flutuação contemplativa e conhecer algumas espécies de peixes da região, mergulhando com máscara e snorkel a menos de um quilometro da nascente do rio. Após banho regresso do passeio e visita a  outro importante atrativo: a Cachoeira Véu de Noiva, o cartão postal da Chapada dos Guimarães, com 86 metros de queda. Sugestão de almoço no restaurante Véu de Noiva ou no Morro dos Ventos. Em ambos será possível encomendar pratos da culinária típica regional e aproveitar a bela vista do alto da Chapada (sugestão de almoço, não incluído). Uma ótima refeição e belíssimo visual para completar o dia. Retorno ao hotel e noite livre.

4º Dia - Chapada dos Guimarães / Cuiabá
{transfer out}
Viagem a caminho do aeroporto no horário combinado e despedida de Chapada dos Guimarães.

OPCIONAL, ainda em  Chapada dos Guimarães
{Morro de São Jerônimo - Parque Nacional de Chapada dos Guimarães}

 Deslocar até Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Acesso de carro pela estrada de serviço por aproximadamente 05 quilômetros até chegar ao ponto inicial da caminhada. Um pequeno alongamento e então começará a caminhada pelo Cerrado. O circuito sugerido começará na Casa de Pedra, uma pequena caverna de arenito esculpida pelo córrego 7 de Setembro e um dos rios formadores do Circuito de Cachoeiras. A caminhada atravessará a pequena caverna, seguirá numa pequena trilha dentro da mata e então sairá para uma antiga estrada. O visual estará repleto de sugestivas formações rochosas que lembram navios, totens, jacarés, além da vegetação bem preservada. Após cerca de 5 quilômetros de caminhada começará a vista para o Morro do Quebra Gamela e vista para a planície pantaneira. O Morro de São Jerônimo também já poderá ser avistado deste ponto. Uma pequena subida e a caminhada passará em um corredor na rocha. Então o cenário com vista para os paredões, planície e Morro de São Jerônimo se desvendará, dando um panorama geral da região e da aventura logo em frente. Depois de atravessar uma pequena floresta o grupo estará no pé do Morro e iniciará a subida tranquilamente: primeiro uma escalada e caminhada íngreme, depois um segundo degrau de cerca de 2,5 metros, onde será necessário se apoiar nas rochas, e por último um degrau mais fácil, com 1,5 metros de altura. Chegada ao alto do Morro de São Jerônimo, um dos pontos culminantes da região e visual de 360º. Ao longe os paredões da Cidade de Pedras poderão ser avistados. Um merecido descanso para contemplar a paisagem e depois caminhada contornando o topo do morro. O visitante terá uma visão completa da região. Depois de descer os degraus do Morro de São Jerônimo, retorno pelo mesmo caminho. Parada na Casa de Pedra para se refrescar um pouco no riacho. Saída do parque nacional no fim do dia. Retorno ao hotel e noite livre.
Sugerimos lanche reforçado neste dia e especialmente água.


COMO CHERGAR – De Cuiabá pega-se a Rodovia Emanoel Pinheiro – MT 305 anda 64 km e está em Chapada Dops Guimarães.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES IMPORTANTES


Artesanato -  Fibras de Cipó Urubanda, Fibras de Banana, Bambú, Madeiras, Argilas,  biojóias, pedras, argilas
 Produção agroindustrial - Doces em Copotas, Licores, Rapaduras, Queijos
 Culinária local - galinha com arroz, peixes: pacú assado, piraputanga assada, mugica de pintado, ventrecha de pacú, farofa de banana, maria isabel,
(

SEGMENTOS/ ATIVIDADES Turismo de Aventura;; Ecoturismo;  Turismo Místico




O  QUE VISITAR CHAPADA DOS GUIMARÃES – RECAPITULANDO

·         Mirante de Véu de Noiva -  O Véu de Noiva pode ser visitado todos os dias da semana, das 9:00 às 16:00 h. A trilha que leva ao Mirante do Véu de Noiva possui 550 m de extensão e, embora tenha alguns trechos em declive, a maior dificuldade é a falta de sombra em seu trajeto. Por isso, recomenda-se que o visitante evite os horários mais quentes do dia e venha com roupas e calçados adequados para uma caminhada em área aberta e terreno irregular.

·         Circuito das Cachoeiras e Casa de Pedra: A visita às cachoeiras do córrego Independência e à Casa de Pedra pode ser feita todos os dias da semana, mediante agendamento com agência ou guia cadastrado no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. O agendamento deve ser feito até 11:30 h da manhã do dia do passeio, sendo a entrada permitida entre 8:30 e 12:00 h e a saída até 17:00 h.

·         Conhecer todos os atrativos do Circuito leva cerca de seis horas. O visitante deve levar água, lanche e demais itens recomendados para caminhadas em ambientes naturais, pois não há nenhum tipo de comércio ou estrutura de apoio nessa área.

·         As trilhas desse Circuito não apresentam grandes dificuldades, exceto pela sua extensão (cerca de 6 km, considerando ida e volta). As cachoeiras são boas para banho e as paisagens são bastante interessantes.

·         Vale do Rio Claro -  É uma das regiões com o visual mais pré- histórico que poderemos conhecer na Chapada dos Guimarães. Gigantes paredões de arenito, cerrado preservado, veredas e trilhas com muita areia, mostrando as marcas de milhares e milhares de anos, numa beleza cênica inesquecível. Lá nasce o Rio Claro, que já vem com um bom volume de água, formando um rio cristalino.

·          Casa de Pedra -  é uma pequena caverna de arenito tipo 'furnas', localizado dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.Atualmente é possível visitá-la quando se faz o passeio ao circuito de cachoeiras do parque nacional.

·         Morro de São Jerônimo - O Morro de São Jerônimo fica localizado na borda sul do parque nacional de Chapada dos Guimarães, com ampla vista de 360º, para toda a planície pantaneira, Morro do Quebra Gamela e paredões da Chapada. É um dos pontos mais altos da região, com mais de 800 metros acima do nível do mar. Além disso, é um 'morro testemunho', como chamam os geólogos: uma formação que resistiu às intempéries do tempo e forma um maciço gigantesco, como se fosse uma ilha.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

ROTEIRO TURÍSTICO - NOBRES - MATO GROSSO





A cidade de Nobres, está localizada a 120 km da Capital de MT, a região do atual município de Nobres foi ponto de passagem no início do movimento garimpeiro em Mato Grosso, no sentido sul/oeste, que começou em 1747 entre Cuiabá e Diamantino. Território habitado imemorialmente por povos indígenas da nação Bakairí. Nobres é uma região riquíssima em belezas naturais. Na Serra do Tombador escondem-se verdadeiras maravilhas esculpidas pela natureza, com inúmeras cachoeiras e grutas, algumas totalmente inexploradas. Existem sítios arqueológicos de grande valor científico, onde proliferam pinturas e inscrições rupestres, que atestam a antigüidade da vida humana na região. De beleza incomparável é a Lagoa Azul, localizada á 52 km da sede municipal. No ponto onde situa-se a sede municipal, principiou-se uma povoação chamada de Seis Marias, talvez numa referência aos moldes de divisão de lotes no período provincial - sesmarias. Posteriormente o lugar passou a ser conhecido por Bananal. O povoado de Nobres recebeu a primeira usina hidrelétrica construída no Estado de Mato Grosso, atualmente desativada, suas ruínas são relíquias do passado recente que fizeram história. 

Guardados no Cerrado da região de Nobres estão as grutas, cavernas, poços e muitas histórias. São mais de 30 cavernas calcarias, lagos com águas cristalinas, perfeitas para mergulho, modalidade de esporte em expansão em Mato Grosso. 

Atrativos ainda inexplorados preservam uma natureza primitiva. Um dos lugares fantásticos de Nobres é a Lagoa Azul em fase de plano de manejo para abertura ao público. Outros pontos onde já se pratica mergulho são: Lagoa Pai João e Poço Dois de Maio. Entre as atrações exóticas está a tribo dos índios Bakairi. 

Um dos principais pontos de interesse turístico é a Reserva Yaporã, a 12 Km da cidade, local aberto aos turistas durante todo o ano. A estrutura é simples e confortável. A Reserva possui chalés com suítes e quiosques. Há também espaço reservado para quem deseja acampar. A Reserva Yaporã fica às margens do rio Cuiabá, com água muito limpa, próxima à sua nascente. 

Na região de Rosário Oeste existe a Caverna do Currupira, na nascente do rio de mesmo nome, um cenário natural quase intocado, que já virou ponto de encontro dos mergulhadores. 


COMO CHEGAR
Cuiabá /Nobres 140 km Br 163




TIPOS DE SEGMENTOS E OU ATIVIDADES TURÍSTICAS

Ecoturismo, Turismo de aventura, Turismo cultural, Turismo Rural 

Trilhas, 
Safáris, 
Mergulho de flutuação em belas nascentes e ressurgências em Nobres 
Místicas paisagens, cânions, mirantes e inúmeras cachoeiras 
Estruturas existentes 
Balneário Dona Máxima 
Lagoa das Araras 
Cachoeira Salto do Tucum 
Cachoeira da Serra Azul! 
Reino Encantado – Flutuação do Saloba 
Aquário Encantado – Flutuação no Saloba 
Água azul – Flutuação no Saloba 
Salobão 
Rio Triste 
Rio Saloba. 

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS ESTRUTURADOS 
Mergulho - Flutuação - Bóia Cross - Trekking - Cachoeira da Serra Azul - Salto do Tucum - Cachoeira do Tombador - Complexo da Cerquinha - Balneário Estivado- Balneário D. Máxima - Lagoa das Araras - Lagoa do Salobão - Reino Encantado - 

Além destes produtos são oferecidos serviços de hospedagem , alimentação e transporte da cidade ate os passeios. 


TEMPO / Programação de Nobres 

PROGRAMA DE 1 DIA 

Primeiro dia: Viagem sentido Nobres / Flutuação no Aquário Encantado / Almoço / Flutuação no Rio Salobra / Visita a Lagoa das Araras.Retorno para Cuiabá 

PROGRAMA DE 2 DIAS 

Primeiro dia: Viagem sentido Nobres. Check in no hotel. Saída para Flutuação no Aquário Encantado / Almoço / Flutuação no Rio Salobra. Jantar. 

Segundo dia: Café da manhã. Saída para visita ao Balneário do Rio Estivado / Almoço / Visita a Lagoa das Araras / Retorno para Cuiabá. 

PROGRAMA 3 DIAS 

Primeiro dia: Viagem sentido Nobres. Check in no hotel. Saída para Flutuação no Aquário Encantado / Almoço / Flutuação no Rio Salobra. Jantar. 

Segundo dia: Café da manhã. Saída para visita ao Balneário do Rio Estivado / Almoço / Visita a Lagoa das Araras / Jantar. 

Terceiro dia: Café da manhã. Saída para Cachoeira Serra Azul / Almoço / Trilhas ecológicas / Traslado para Cuiabá 

Como chegar Cuiabá /Nobres 140 km Br 163

VEJAM FOTOS 












Flutuação Saloba
Aquario Encantado
Estivado
Aquario Encantado
Flutuação Saloba
Mergulho no Saloba
Lagoa Azul
Mergulho no Saloba
Construção de estrada acesso pelo Lago do Manso
Cachoeira da Serra


FOTOS: GERALDO e SEDTUR

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ROTEIRO - PANTANAL DE PONTA A PONTA

Foto (SEDTUR)



PANTANAL - MATO GROSSO 

Roteiro Pantanal de Ponta a Ponta 

INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE OS MUNICÍPIOS 

Poconé, é um município brasileiro do estado de Mato Grosso. Se situa á 108 km de Cuiabá, foi descoberta por Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, em 1777, após ouro ter sido descoberto. Seu primeiro nome foi Beripoconé, nome proveniente de uma tribo indígena que habitava a região. Em 21 de janeiro de 1781, sob ordens de Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, Antonio José Pinto de Figueiredo criou a Ata de fundação do Arraial de São Pedro d’El Rey. O nome Arraial de Beripoconé não foi usado pelo gentílico ser considerado bárbaro, derivando do gentio "habitou nesta paragem". 

Localiza-se a uma latitude 16º15'24" sul e a uma longitude 56º37'22" oeste, estando a uma altitude de 142 metros. Sua população estimada em 2004 era de 31.243 habitantes 

A rodovia foi construída para atravessar o Pantanal. No plano original, a rodovia deveria sair de Poconé, Mato Grosso, e chegar a cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul, fronteira com a Bolívia

Na construção da estrada, foram verificados muitos problemas, tais como muitas áreas alagadas e rios a atravessar, sendo feitas pontes de madeira, em sua maioria, para passar por essas áres, que mesmo assim, em certas épocas do ano -na época das chuvas - certos trechos da rodovia ficam interditados, ou precariamente abertos somente a veículos apropriados. 

Ao chegar ao Rio Cuiabá foi verificado que não seria possível atravessar sem que fosse construída uma grande ponte, fazendo com que o projeto fosse terminado nesse ponto, que hoje é conhecido como Porto Jofre

Atualmente cogita-se a retomada da conclusão da Transpantaneira por causa da proximidade de eventos importantes como a Copa do Mundo de 2014 e Olimpiadas de 2016, ambas serão realizadas em território brasileiro.[1]

Cáceres, é um município do estado brasileiro de Mato Grosso localizado na mesorregião Centro-Sul do estado e na microrregião do Alto Pantanal. Tem uma população de 86.805 segundo o IBGE em 2008, faz fronteira com a Bolívia. O município tem grande importância para o Pantanal que é considerada a Capital do Pantanal), pois serve de acesso terrestre a região. Cáceres se destaca no turismo histórico e esportivo. Encontra-se situada numa das regiões mais privilegiadas do pantanal matogrossense, visto que ostenta uma das maiores potencialidades turísticas do estado, ou seja, a grandiosidade e a beleza do Rio Paraguai e seus afluentes. Se desenvolve em torno da pesca esportiva sendo sede de um evento mundial: o Festival Internacional de Pesca (FIP), registrado no Guinness Book como o maior campeonato de pesca do mundo em águas fluviais. 

Barão do Melgaço, é um pantaneiro dos municípios de Mato Grosso. Apenas 2,5% de seu território está em terra firme, o restante é puro Pantanal. O município possui boa infra-estrutura hoteleira e o turismo começa a tomar corpo. A maior atração da região são as baías de Chacororé (possui diâmetro aproximado de 15 Km, e na época das águas é duas vezes maior que a Baía de Guanabara) e Siá Mariana, que se destacam entre tantas outras. Em volta das baías forma-se um imenso viveiro natural. Podemos encontrar em suas margens Pousadas com muito conforto e totalmente integradas à natureza. Créditos: Acervo Superintendência de Turismo de Mato Grosso 


Poconé - Cáceres - Barão do Melgaço detalhes do Turismo. 

O Pantanal é a maior planície afagável do mundo, tem como portão de entrada os municípios de Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço, a vida neste bioma é regida pelo ciclo das chuvas. A fauna nativa já está adaptada às mudanças do ciclo das águas, com as cheias e vazantes, quando a água toma conta de tudo, e quando as águas recuam, o gado que foi introduzido pelo homem é transportado para as partes mais altas. Na seca, a água volta aos leitos dos rios e lagoas, deixando florir e verdejar uma flora exuberante e farta. 

Este fenômeno da natureza conhecido como cheias e seca ou sobe e desce das águas faz com que surjam diversas vazantes e lagoas, chamadas de baías, habita natural para os jacaré, e as salinas pantaneiras - lagoas azuis e verdes de água salobra isoladas nas colinas estão protegidas das inundações, ainda são um grande mistério para geólogos e arqueólogos. 

A Fauna de destaca pela presença marcante da arara azul, considerada extinta mas ainda é vista voando aos bandos, garças, biguás, cabeça-seca, colhereiros, e tuiuiús reúnem-se em numerosas famílias barulhentas. As onças pintadas, ainda encontradas nas matas ao longo das matas e dos rios, já não são mais tão odiadas pelos fazendeiros que com o advento do turismo tiveram que se acostumaram e fazer adaptações com o felino em detrimento a criação de bovinos 

Os recursos hídricos composto por vários rios da região estão repletos de peixes, sendo um grande atrativo para pesca esportiva e amadora, atraindo pescadores de toda parte do Brasil, ao nascer e por do sol é comum se deparar com o alarido dos pássaros voando rente à água dos rios, quando o sol desponta por entre flores coloridas e matas verdejantes, parece que a luz nasce do fundo dos rios e lagoas, dentre as copas das árvores e se espalha pela imensidão das águas que inundam o Pantanal, tornando a paisagem ainda mais fantástica. 

Poconé, Cáceres e Barão de Melgaço fazem as honras e recebem os visitantes com hospedagens em Pousos Pantaneiros, restaurantes a base de culinária pantaneira, manifestações culturais. 

O Sesc Pantanal “Porto Cercado” tem suas instalações tipo resort, dentro de uma RPPN com 106 mil há de área preservada e várias ações desenvolvidas com responsabilidade social e ambiental. 

A Transpantaneira é um espetáculo a parte “Estrada-Parque”, com 152 quilômetros de pista estreita toda de terra, pontes em madeira – uma aventura a ser encarada de preferência na companhia de um guia e a bordo de veículos potentes e adaptados para esta viagem. 


COMO CHEGAR 

A partir de Cuiabá: 

Pela BR-070 leva a Poconé (108 km) 

Cáceres (221 km); e a MT-040 

Barão de Melgaço (103 km). 


ATIVIDADES TURÍSTICAS DO PANTANAL DE PONTA A PONTA 

Cavalgada - (em Poconé Cáceres e Barão do Melgaço), passeio a cavalos pantaneiros nas pousadas com duração de aproximadamente 30 minutos. 

Passeio de Barco - (Rio Cuiabá, Rio Bento Gomes, Rio Claro e Paraguai - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço), para contemplação do por do sol e happy hour pantaneiro, onde pode-se degustar petisco da culinária pantaneira 

Barco Hotel - (Rio Cuiabá, Rio Bento Gomes, Rio Claro e Paraguai - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço), para, hospedagem alimentação, pesca esportiva e contemplação do por do sol e happy hour pantaneiro, onde pode-se degustar petisco da culinária pantaneira. Em Cáceres pescaria esportiva, visita a reserva Taiamã descendo o Rio Paraguai. 

Caminhadas a pé - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço) 

Passeio de Bicicleta- (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço) 

Pesca Esportiva - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço) 

Safári fotográfico - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço), pelo Rio Paraguai com barco à motor, ou de veículo na Transpantaneira , onde com inúmeras espécies de aves e mamíferos, como garças, colhereiros, araras azuis, jacarés, capivaras,etc. 

Observação de Onças: de barco no Rio Cuiabá, passando pelo Rio três irmãos, São Lourenço, Corixo Negro e Rio Piquiri, com a possibilidade de encontrar a onça pintada, esta possibilidade também acontece na Reserva Taiamã. - *** Nos meses de junho a outubro a possibilidade é de 80% a 90% de- se encontrar a onça pintada nas margens dos rios e matas adjacentes*** 

Focagem de noturna de animais - jacarés, capivaras, pacas, tatus etc - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço) 

Observação de aves – (Poconé) 

Observação de macacos – (Poconé) 

Observação da flora - (em Poconé Cáceres e Barão do Melgaço) 

Mergulho na Dolina da Água Milagrosa - A Dolina é circular cercada por paredões de todos os lados. Para descer até a água, utiliza-se uma escada íngreme, são 850m de trilha, e 154 degraus até a plataforma de observação e mergulho. As águas do lago tem suposto poder medicinal. No passado, os escravos curavam-se nestas águas. Durante a seca, as águas ganham coloração azulada. Na cheia as águas ficam esverdeadas. A pesca é proibida e o mergulho é permitido somente com dive-master, fazer um mergulho de flutuação para contemplação (mergulho "batismo" ) 

Vivenciar a Cultura - (Grupos de Siriri e Cururu em Poconé Cáceres e Barão do Melgaço) 

Vivenciar a Cultura - (Grupo Mascarados a apresentação da Cavalhada em Poconé) 

Visitar Centro Histórico (Cidades Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço) 

Praticar o Turismo Rural – Lida com cavalos e gado pantaneiro, contatos com a agricultura pantaneira 

Praticar o Ecoturismo – Turismo de natureza 

Apreciar a Gastronomia Pantaneira - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço) 

Compras de Artesanato - (em Poconé, Cáceres e Barão do Melgaço) 

Visitar em Poconé -   um Pequeno Museu onde contém algumas fatos históricas da região, além da Casa da Cultura abriga o acervo histórico do Grupo Mascarado, o destaque do Centro Histórico onde está a Igreja Matriz - realização de um city tour no patrimônio histórico acompanhamento de guia 

Visitar em Cáceres -  a Orla do Rio Paraguai o Centro Histórico a Igreja Matriz, a sede da SEMATUR - realização de um city tour no patrimônio histórico acompanhamento de guia 

Visitar em Barão do Melgaço  - a Orla do Rio Cuiabá e o Centro Histórico - realização de um city tour no patrimônio histórico acompanhamento de guia 

Apreciar a gastronomia regional pantaneira. 
Tudo isto pode ser realizado 06 dias, 05 noites 

Pantanal de Ponta a Ponta 
O Pantanal pode ser visitado durante parte do ano. Quando de preferência nos meses Abril à Novembro, onde se tem mais facilidade de transitar pelas estradas de chão 


Cuiabá/Caceres –MT 

1º Dia  — Desembarque no aeroporto Marechal Rondon, Cuiabá-MT, conhecida como Cidade Verde. Após o desembarque, um breve city tour em Cuiabá, visitando alguns pontos turísticos e históricos da Capital e em seguida viagem para Cáceres à 215 km da capital por estrada asfaltada, chegada em Cáceres para city tour com visitação: APAC — Associação Pantaneira dos Artesãos de Cáceres, após city tour de aproximadamente 01:30h. Check-in no hotel na cidade de Cáceres, jantar típico ás margens do rio Paraguai — apresentação cultural com Grupo Tradição — Pernoite. 


Cáceres -MT 

2º Dia  - Após café da manhã ás 07h, check-out no hotel em Cáceres com destino a Pousada Ecológica, percorrendo 4km de estrada asfaltada + 8km de estrada de chão, chegada na pousada, coquetel de boas vindas no estilo pantaneiro, acomodações e apresentação das atividades previstas neste dia: trilhas ecológicas para observação de tucanos, araras, capivaras e bugios, entre outras espécies encontradas na região. Almoço e descanso. À tarde cavalgada nos campos da pousada, logo após a cavalgada sairemos para um safári de barco para apreciação das belezas naturais da região pantaneira com contemplação do belíssimo por do sol, jantar e pernoite. 

Cáceres/Poconé - MT 

3º Dia - Após café da manhã Pousada saída às 07h para visita à Dolina da Água Milagrosa (A Dolina é circular cercada por paredões de todos os lados. Para descer até a água, utiliza-se uma escada íngreme, são 850m de trilha, e 154 degraus até a plataforma de observação e mergulho. As águas do lago tem suposto poder medicinal. No passado, os escravos curavam-se nestas águas. Durante a seca, as águas ganham coloração azulada. Na cheia as águas ficam esverdeadas. A pesca é proibida e o mergulho é permitido somente com dive-master. Localização: A 22 km de Cáceres, estrada de terra com várias porteiras no caminho). lá poderemos fazer um mergulho de flutuação para contemplação (mergulho "batismo" opcional não incluso no pacote) após visitação e almoço seguiremos viagem para cidade de Poconé (via terrestre), estrada asfaltada à 100 km de Cuiabá, chegada prevista para jantar na Pousada no Pantanal. Após jantar focagem noturna, pernoite. 

Poconé - Transpantaneira - MT 

4º Dia  - 5:30h Alvorecer com trilhas próximas a pousada para assistir a natureza acordando, retorno para café da manhã, logo após, cavalgada para observação da fauna e flora pantaneira, retorno para almoço. À tarde passeio fluvial pelos corixos e canais pantaneiros onde a natureza se apresenta exuberante para os visitantes, também será realizada a pesca de piranha (período de Março a Outubro) e em seguida todos são convidados para apreciar o mais belo espetáculo da natureza o "belíssimo por do sol no Pantanal" _Jantar com moda de viola, pernoite. 

5º Dia -   Saída  de Poconé – Barão do Melgaço 

Barão do Melgaço 

Chegando em Barão realização de um breve city tour, visitando alguns pontos turísticos e históricos na cidade, através do Rio Cuiabá, conhecer as Baías de Sinhá Mariana, Baía de Chacororé, Distrito de Mimoso (Terra onde Nasceu Marechal Rondon). 

Ter opção em se hospedar em uma das várias pousadas existentes ás margens do Rio Cuiabá, ou na sede do município apreciar a gastronomia e manifestações culturais da região, passear na orla do Rio Cuiabá. 

Praticar a pesca esportiva, observação da flora e fauna, ecoturismo 

Barão do Melgaço tem apenas 2,5 % de áreas em terras as demais estão alagadas é o Cenário do Grande Pantanal, muito interessante para ser visitado. 


6º Dia  - Barão do Melgaço – Cuiabá 

Retorno para Cuiabá – Aeroporto Marechal Rondon. 


SEGMENTOS/ATIVIDADES TURÍSTICAS 

Poconé 

Turismo de Aventura, Turismo Náutico, Ecoturismo; Turismo de Pesca, Turismo Cultural, Turismo Rural 

Cáceres 

Turismo de Aventura, Turismo Náutico; Ecoturismo; Turismo de Pesca, Turismo Cultural, Turismo Rural 

Barão do Melgaço 

Turismo Náutico; Ecoturismo; Turismo de Pesca, Turismo Cultural, Turismo Rural
















FOTOS: SEDTUR















ROTEIROS TURÍSTICOS DE MATO GROSSO

O turismo será a primeira atividade da economia mundial. nas primeiras décadas do terceiro milênio (ONU, e OMT), este fenômeno impactará todos os países se estendendo para cada estado e território.

O Estado de Mato Grosso tendo  os seus principais  produtos  relacionado com as belezas naturais, da qual foi contemplado por Deus, ou seja pela própria natureza, terá a sua oportunidade de se viabilizar com esta atividade no âmbito da economia, desenvolvendo os segmentos tendo como base os recursos naturais e outros de acordo com a motivação dos turistas.

O governo do estado vem avançando dotando os atrativos de infra-estrutura e serviços  turísticos, hoje com o intuito de preparar Mato Grosso, principalmente Cuiabá e entorno para o advento da Copa 2014, são  vários projetos e ações que sendo realizadas para copa, ficarão como legado à espera do grande fenômeno  do terceiro milênio previsto pela ONU – Organização das nações Unidas e OMT – Organização Mundial do Turismo.   

O turismo ser a primeira atividade da economia mundial

Vários são os Roteiros Turisticos no Estado de mato Grosso

Todos estão distribuidos nos Pólos Tuirístcos e Região Metropolitana, e normalmente são organizados e formatados, pelos atores que compõem o mercado turístico, agencias e operadoras turísticas que observam sobretudo a motivação de seu público (clientes)


Os Roteirtos existentes  e a serem formatados contemplam os  Segmentos  do Turismo de Mato Grosso.

  • Eventos e Negócios
  • Ecoturismo
  • Etnoturismo - Quilombolas
  • Pesca Esportiva
  • Aventura
  • Rural Tradicional
  • Rural Tecnológico
  • Místico
  • Cultural
  • Gastronômico



POLO AMAZÔNIA
O cenário que predomina é a Floresta Amazônica – 10% da maior floresta do planeta fica em território mato-grossense. Na região, o eco-turismo, hotéis de selva, sítios arqueológicos, torres de observação de pássaros, turismo rural, pesca esportiva e turismo indígena, são os principais atrativos da região.

PÓLO PANTANAL
Um dos mais belos e surpreendentes cenários naturais do país, 200 mil km2 – dois terços dessa área no lado brasileiro e o restante no Paraguai e na Bolívia. Com grande biodiversidade, o Pantanal é um dos mais importantes patrimônios naturais do Brasil. Cercado por serras, constitui-se numa depressão que vive sob a influência das águas é a maior área de inundação periódica das Américas. 

PÓLO CERRADO
Seu domínio são as chapadas do Planalto Central do Brasil, do qual faz parte a faixa central de Mato Grosso. A Chapada dos Guimarães, com suas fantásticas quedas d'água, suas formações rochosas, cânions lindíssimos, misturando mistérios e misticismo encanta a todos que a visitam.

PÓLO ARAGUAIA
Extensa faixa que ocupa todo o Leste de Mato Grosso, desde o Norte onde predomina a transição entre Amazônia e o Cerrado – até o Sul, onde o Cerrado se encontra com o Pantanal. Temos o fantástico potencial turístico da Serra do Roncador e do Rio Araguaia, com centenas de praias maravilhosas que se estendem por todo território, ao longo do histórico rio.
 
REGIÃO METROPOLITANA
O Turismo de Eventos Negócios em Mato Grosso, tem como objetivo proporcionar a troca de experiências, o advento da exposição e venda de produtos, aprimoramento de suas atividades profissionais e acaba favorecendo o lazer, entretenimento e enriquecimento turístico cultural de quem o pratica. Há cerca de 30 ou 40 anos atrás, o turismo de Mato Grosso era exclusivamente de lazer, nos meados dos anos 90 o turismo de lazer começou a perder espaço para o turismo de eventos. “Embora muito tradicional, o turismo de lazer é cada vez menos majoritário”, em Cuiabá onde se concentra a maioria dos eventos, a rede hoteleira, os restaurantes e os centros de eventos tem sido fatores importantes para este tipo de turismo.