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terça-feira, 21 de outubro de 2014

A Evolução Positiva do Turismo de Mato Grosso ameaçada por Ideias Negativas.

Hoje resolvi escrever um pouco sobre  grande Evolução que ocorreu no Turismo no Estrado de Mato Grosso, contrapondo  ao retrocesso que querem submeter este Setor hoje tão importante para a economia do estado.

Com certeza será um desrespeito não considerar os avanços obtidos, através de processos participativos em que a sociedade civil organizada, (TRADE TURÍSTICO), almejou e conseguiu construir o cenário turístico atual do estado por meio de debates, oficinas, seminários, workshops, reuniões, congressos, simpósios, e fóruns  e o mínimo que o governo que esta para suceder a atual administração deveria fazer era buscar um diálogo com os mesmos atores ouvi-los a exemplo do que a história tem nos mostrado ao longo dos anos, especificamente neste artigo descrito de 1938 a 2014, espero como cidadão e técnico (servidor estadual de carreira) que assim se proceda.

Neste artigo faço um retrospecto bem sucinto da Evolução do Turismo no Estado de Mato Grosso desde 1938 até 2014, e um texto por deveras grande mas necessário para mostrar para a opinião pública sobretudo que desconsiderar o processo de evolução e retroagir a cada passo aqui descrito e apresentado e voltar a um passado que muitos mato-grossenses conhecem.

Eu sou um cidadão mato-grossense com título outorgado pela Assembleia Legislativa, cheguei em Mato Grosso no ano de 1978, e posso falar com propriedade e de conhecimento sobre esta evolução, sou também um técnico da EMPAER, a disposição da SEDTUR desde o ano de 1999, e participei atualmente  ainda participo diretamente do Desenvolvimento do Turismo.

Em se falando de mudanças de gestão seja ela nas esferas federal, estadual e ou municipal, sempre se tem propostas de mudanças, o que não se pode e ir  na contra mão dos avanços alcançados as custas da participação da sociedade.

Mato Grosso iniciou as ações de incentivo e organização do turismo em 1938. Neste ano instituiu-se, por meio de Decreto Estadual, a 1º Medida Governamental para o Setor Turístico, criando-se a Reserva Termal de Águas Quentes, no atual município de Santo Antônio do Leverger, onde, na década de 40, construiu-se um pequeno empreendimento turístico. 

Durante a década de 60, o advento de Brasília, a integração do Estado à economia do Centro-Sul, a expansão da fronteira econômica, o processo de acelerado do crescimento regional, os fluxos migratórios para a Amazônia Mato-grossense e a importância geopolítica e econômica de Cuiabá concorreram para a implantação de infra-estrutura hoteleira na capital, em nível privado e de forma autônima. 

Em 1974 foi criado o Conselho Estadual de Turismo e a Empresa Mato-grossense de Turismo – TURIMAT, vinculada à Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, que entrou em funcionamento somente a partir de 1975.

Em 1976, o Conselho Nacional de Turismo declarou como área prioritária de interesse turístico parte dos municípios de Chapada dos Guimarães e Cuiabá. Em complementação ao decreto estadual da década de 60, foi instituído em 1978 o Parque Estadual de Águas Quentes, com 1.500 hectares, localizado na região da Serra de São Vicente. Em 1981, o Governo do Estado investiu recursos na ampliação e melhoria da infra-estrutura existente no local, construída na década de 40. 

Na década de 70, além das ações já mencionadas, pôde se constatar, também, outras iniciativas que ajudaram a promover o desenvolvimento do turismo no Estado, através da participação do Conselho Nacional do Turismo e da EMBRATUR, principalmente, na elaboração de planos e programas setoriais envolvendo a Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, a TURIMAT, e as prefeituras municipais, destacando-se, neste período, a elaboração do Plano Diretor do Turismo de Chapada dos Guimarães.

Em seguida, na primeira metade da década de 80, foi desenvolvida uma importante ação governamental como o objetivo de desenvolver o mercado turístico e divulgar o setor com maior abertura na mídia, em nível local para operadores turísticos no Brasil e no exterior. Para tanto, foi criada a campanha publicitária “Mato Grosso, um paraíso natural a sua espera”. Com investimentos turísticos, incrementando, já no inicio dos anos 90, a operacionalização e comercialização de produtos turísticos no Estado.

Na segunda metade da década de 80 e inicio da década de 90, registrou-se um refluxo das ações do Governo, inclusive com a grave deteriorização da infa-estrutura do acesso aos sítios turísticos, principalmente do Pantanal, situação que se intensificou com a inconstância da existência e funcionamento do órgão estadual do turismo: TURIMAT/FUNCETUR. Desta forma, coube ao setor privado (empresários e profissionais do turismo) dar prosseguimento aos trabalhos em condições bastante desfavoráveis, pois, apesar de terem mantido seus negócios, não tiveram expansão positiva, principalmente em decorrência do pequeno apoio institucional do Estado. 

A partir de 93, o turismo em Mato Grosso ganhou uma nova dinâmica com a criação da AMPTUR – Associação dos Municípios com Potencial Turístico. 

No ano de 1994, ocorreu a criação do Fórum Empresarial do Turismo, quando foi elaborado um plano de ações integradas entre o governo estadual, prefeituras municipais e iniciativa privada, para recuperação fortalecimento e promoção do turismo mato-grossense nos mercados nacional e internacional. Foi nesse período que se idealizou a Festa Internacional do Pantanal.

Em 1995, instaurou-se o grande marco para o desenvolvimento do turismo em Mato Grosso, com a criação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo – SEDTUR, por meio da Lei Complementar nº 036, de 11 de outubro de 1995.

A partir do ano de 1993, a SEDTUR, desenvolveu no Estado de Mato Grosso, o Programa de Regionalização do Turismo, acompanhando as Políticas Públicas do Governo Federal, através do então Ministério da Indústria e do Turismo e EMBRATUR. 

No ano de 1999,  a SEDTUR na Gestão do Secretario In' Memória Sr. Ezequiel José Roberto, lança uma Campanha de Promoção de Markting do Estado inovadora, com Fitas de Vídeos, Folders, Revistas,  Folderes, Site, e posteriormente CD Card., com o nome: Mato Grosso, Quatro Estações, Quatro Regiões e Mil Emoções, os Ecossistemas nesta Campanha, ganham status de  Regiões, somando -se ao Araguaia, fica assim dividido o estado, Polo Pantanal, Cerrado, Amazônia  e Araguaia, esta campanha emplacou de tal forma que até hoje e usada no Governo.
A geração de Secretários, seguem com a participação do  Francisco Lacerda e Jeferson Missias, na gestão do então Governador Dante Martins de Oliveira. 

No ano de 2003, numa nova gestão  o Governo Federal entendendo e priorizando  o Turismo no Brasil   cria o Ministério do Turismo  para desenvolver as Políticas Publicase o Fortalecimento Institucional nos Estados e Municípios, e mantém a EMBRATUR, no papel de promoção internacional dos Destinos e Produtos Turísticos Formatados.
Neste ínterim Mato Grosso, experimenta uma mudança em sua administração, vindo assim a Gestão do Governador Blairo Magi que  recebe a SEDTUR e entende que esta Secretaria tem um papel fundamental no Desenvolvimento Econômico do Estado.

Na Gestão Magi, vários Secretários passaram pela SEDTUR, iniciando com o Sr. Ricardo Henrri, Yeda Marly, Pedro Nadaf, Yuri Bastos e  Vanisse Marques, o Governo Federal Cria o Programa de Regionalização do Turismo, no ano de 2003, entendendo que o PNMT já havia cumprido com o seu papel, e Mato Grosso, acompanhou esta Política de Regionalização, que foi um Programa de se criar Roteiros Turísticos Integrando as Regiões, neste período, o estado manteve a estratégia dos 04 Pólos,  e criou 15  Micro Regiões Turísticas, a SEDTUR teve a sua estrutura melhorada, com a criação de novos cargos, para acompanhar a evolução do turismo no Brasil e no Estado.

No ano de 2011, num nova gestão o Governo Federal, resolve manter a estrutura do Mtur, e EMBRATUR e o Programa de Regionalização do Turismo, no estado de Mato Grosso, também numa nova gestão com o então Governador Silval Barbosa, a SEDTUR, passa a ter em seu comando os Secretários, Deputada Estadual Tete Bezerra e posteriormenteJairo Pradela, a Secretaria, avança na modernização com a criação de novos cargos, ampliando a sua estratégia de gestão, agora com uma Superintendência de Fomento, uma de Eventos e outra Administrativa, foi o período em que Mato Grosso pode participar do maior evento esportivo do planeta, a Copa do Mundo, e no estado denominada Copa do Pantanal, este advento projetou Cuiabá e o estado em todo mundo, com foco nos Destinos e Produtos Turísticos.
O setor do Turismo diretamente, com os seus equipamentos e serviços,  hotéis, casas de shows, bares e restaurantes, transportes, operadoras, agências, guias foram altamente beneficiados com a Copa do Pantanal, além de outros setores secundários, pois segundo a Organização do Turismo -OMT, o Setor do Turismo impacta 52 outros setores da Economia.

O Estado de Mato Grosso, principalmente Cuiabá, tem um TRADE Turístico muito grande e atuante, são pessoas que estão organizadas em sua entidades de classe, Associações, Cooperativas, Sindicatos, Institutos, Fundações, além das Faculdades de Turismo e economia informal que embora as vezes não mensurada  mas existe neste mundo do turismo.

Quando o Estado de Mato Grosso apresenta um resultado de evolução de 377% do seu PIB, nos últimos 11 anos, não se pode excluir o turismo desta informação, a fórmula para se medir isto e simples, basta a gente fazer uma leitura mais minuciosa deste texto, contextualizando e relembrando o que era  Mato Grosso ano de 1938, março inicial deste artigo, mas fazendo uma leitura na visão do turismo, e veremos o quanto avançamos, saindo de uma linguagem de que fazer era apenas lazer e diversão, e passa a ter um conceito econômico.
vimos no passar dos tempos o Turismo sair dos cadernos e colunas sociais e ira para os cadernos de informações econômicas.

Posso afirmar que do ano de 1938, até o ano de 2014,  o Brasil e em particular Mato Grosso experimentou uma grande evolução no Turismo em todos os aspectos, nos setores governamentais e iniciativa privada, com desenvolvimento de capital social e  de capita humano.

O Turismo de Mato Grosso precisa avançar, e somente poderá ter um desenvolvimento   com crescimento  se houver um Governo que trabalhe plenamente usando os fatores racionalmente, e isto não acontece retroagindo, voltando ao passado ou indo a contra mãos do que esta acontecendo nos países desenvolvidos e em outros estados que se apresentam como nossos concorrentes,

Espero não ter cansado o leitor com esta leitura e que também o artigo não tenha sido um equívoco deste escritor, blogueiro, Matogrossense de coração, Cuiabano também de coração, não de chapa mas de cruz e amante de tudo aquilo que fez e faz, e que tem também uma missão neste estado sobretudo como servo do Deus Altíssimo como Pastor Evangélico do Ministério Voz da Verdade -CN.

Fonte: Livro de minha autoria "Turismo Rural no Meio Estado de Mato Grosso"

Economista Geraldo Donizeti Lucio
Especialista em Turismo Rural
Agente Técnico da EMPAER
A disposição da SEDTUR 
blogueiro deste e do -www.roteirosturistivosdematogrosso.blogspot.com.br
Autor do Livro Turismo no Meio Rural de Mato Grosso

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Agronegócios de Mato Grosso


A sustentação econômica de Mato Grosso está na exuberância do agronegócio. Maior produtor de soja e algodão, 2º em arroz, 7º em milho, 5º em cana-de-açúcar, o Estado possui ainda o maior rebanho bovino de corte do País.

A área destinada à produção de grãos e fibras é de aproximadamente 7 milhões de hectares, em torno de 8% do território mato-grossense.

Com aumento crescente de produtividade, emprego de irrigação e uso racional da terra, o Estado deve produzir 45 milhões de toneladas em 2012, com pequeno acréscimo na área plantada e reduzindo impacto no meio ambiente.

O melhoramento genético introduzido no rebanho bovino permite avanços expressivos da produção de carne, sem expansão significativa das áreas de pastagem. Rastreabilidade do rebanho e cumprimento dos acordos internacionais na área de sanidade garantem a qualidade de um produto que pode estar na mesa dos consumidores de qualquer País do mundo.

A abundante disponibilidade de milho e soja coloca Mato Grosso como o lugar mais competitivo do mundo para investimentos na suinocultura e avicultura, atividades que mais crescem no Estado.

Além disso, o Estado tem na produção de álcool, açúcar, madeira e couro segmentos econômicos fortes e de grande importância socioeconômica.








quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Cuiabá - Capital de Mato Grosso

Cuiabá é a capital do Estado de Mato Grosso. O município está situado às margens do rio de mesmo nome, na sua margem esquerda e forma uma conurbação com o município de Várzea Grande. Segundo a estimativa realizada em 2008 pelo IBGE, a população de Cuiabá é de 544.737 habitantes, enquanto que a população da conurbação ultrapassa os 900 mil habitantes. Foto: Jeff Belmont



CARACTERÍSTICAS, HISTÓRIA DE CUIABÁ E SEU POVO


Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

Caminhando para completar 300 anos de fundação, Cuiabá só despontou para o crescimento a partir da década de 70. A cidade está entre as capitais com as maiores taxas de crescimento no País. A população mescla povos de todas as regiões, em especial da região sudeste e sul do Brasil. A cidade é uma das capitais brasileiras que apresentam melhor qualidade de vida.

Cuiabá, Centro Geodésico da América do Sul, ao lado de Várzea Grande, é a sua passagem para o maravilhoso santuário ecológico do Pantanal, a fascinante Chapada dos Guimarães, os surpreendentes e misteriosos vales do Araguaia, do Guaporé e Amazônia. Como corredor de acesso rodoviário para a região Norte e Amazônia Legal, a Cidade Verde proporciona encantamento através da sua gente receptiva, sua culinária, artesanato e um pouco da história de "desbravamento" do interior do Brasil.

A cidade é quente por natureza, mas o calor humano é mais forte. Apesar da alta temperatura, todos vivem felizes e aproveitam bastante as belas cachoeiras aos arredores. Quem quer que venha para cá, se apaixona... Como Capital de Mato Grosso, Cuiabá está privilegiada com sua localização próxima ao Pantanal Mato-grossense (90 quilômetros) e Chapada dos Guimarães (50 quilômetros).

A população cuiabana em si é muito hospitaleira. Essa é a marca registrada de um povo que está sempre pronto para ajudar quem quer que seja, sem cobrar. O cuiabano genuíno é honesto, amigável e guerreiro apesar de ser festeiro e muitos têm a tendência à boêmia. Daí o porque de a vida noturna ser uma das mais atrativas e badaladas da região Centro-Oeste. Dezenas de casas noturnas oferecem programas variados. A vida noturna cuiabana é uma das melhores do País.

A bebida típica cuiabana é o guaraná ralado. A cultura tradicional inclui as danças de rasqueado, cururu e siriri além da festa de São Benedito. A culinária inclui cardápio de peixes como Pacu, Pintado, Cachara e Dourado, "Maria Isabel" (carne seca com arroz) e farofa de banana.

À esquerda a bandeira de Cuiabá. Do lado direito, o brasão histórico da capital mato-grossense, hoje com quase 300 anos de fundação 




História - A atual capital Mato-Grossense foi fundada em 8 de abril de 1719 pelos bandeirantes Pascoal Moreira Cabral e Miguel Sutil, às margens do Córrego da Prainha, devido à descoberta de ouro nas, mais tarde denominadas, "Lavras do Sutil". Abundante, este ouro atraía povoadores provenientes tanto da Europa como dos estabelecimentos agrícolas do litoral do país. Com isso, um pequeno arraial foi se formando. Em 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à vila passando a se chamar Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá e elevada à cidade em 17 de setembro de 1818 tornando-se Capital do Estado em 28 de agosto de 1835.


Dados gerais de Cuiabá
Denominação dos Habitantes Cuiabanos
População 551.350 (IBGE 2010)
Distritos Sede, Coxipó da Ponte, Coxipó do Ouro, Guia...
Limites Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande, Jangada e Acorizal.
PIB R$ 7 189 521 mil (BR: 41º) - IBGE/2006
PIB per capita R$ 13.244 (Capitais: 10º) – IBGE/2006
Comarca Cuiabá
Altitude 165 m.
Relevo Planalto dos Guimarães, Depressão Paraguai, calha do Rio Cuiabá.
Localização Geográfica Mesorregião 130, Microrregião 534 – Cuiabá, Centro-sul mato-grossense.. 
Coordenadas 15º 35’56" Latitude sul, 56º 06’01" Longitude oeste Gr.
Extensão Territorial 3.224.68 Km.2
Formação Geológica Testemunho geológico indicam a origem do município na faixa Móvel Brasiliana, retrabalhada posteriormente. Coberturas Dobradas do Proterozóico, com granitóides associados, Grupos Paraguai e Cuiabá. 
Bacia Hidrográfica Grande bácia do Prata. Contribui a do Cuiabá.
Principais Atividades Econômicas Industria e comércio. Na agricultura cultivam-se lavouras de subsistência e hortifrutigranjeiros. Destaque para o sempre crescente mercado do turismo.
Clima Tropical quente e sub-úmido. Precipitação média anual de 1.750 mm, com intensidade máxima em dezembro, janeiro e fevereiro. Temperatura média de 24.ºC maior máxima 43.ºC, e menor mínima 0.ºC.



Cuiabá é a capital do estado brasileiro de Mato Grosso. O município está situado às margens do rio de mesmo nome, na sua margem esquerda, e forma uma conurbação com o município de Várzea Grande. Segundo a estimativa realizada em 2008 pelo IBGE, a população de Cuiabá é de 544.737 habitantes[2], enquanto que a população da conurbação ultrapassa os 780 mil habitantes.

Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

Nos últimos 15 anos, o crescimento diminuiu, acompanhando a queda que ocorreu na maior parte do país. Hoje, além das funções político-administrativas, é o pólo industrial, comercial e de serviços do estado. É conhecida como "cidade verde", por causa da grande arborização.



Toponímia


Há várias versões para a origem do nome "Cuiabá". Uma delas diz que o nome tem origem na palavra Bororo ikuiapá, que significa "lugar da ikuia" (ikuia: flecha-arpão, flecha para pescar, feita de uma espécie de cana brava; pá: lugar). O nome designa uma localidade onde os bororos costumavam caçar e pescar com essa flecha, no córrego da Prainha, afluente da esquerda do rio Cuiabá [5] [6]. Outra explicação possível é a de que Cuiabá seria uma aglutinação de kyyaverá (que em guarani significa "rio da lontra brilhante") em cuyaverá, depois cuiavá e finalmente cuiabá. [6]

Uma terceira hipótese diz que a origem da palavra está no fato de existirem árvores produtoras de cuia à beira do rio, e que "Cuiabá" seria "rio criador de vasilha" (cuia: vasilha e abá: criador)[6]. Martius traduz o vocábulo como "fabricante ou fazedor de cuias". Teodoro Sampaio interpreta, duvidando da origem tupi, como "homem da farinha", o farinheiro. De cuy: farinha e abá: homem. Há ainda outras versões menos embasadas historicamente, que mais se aproximam de lenda do que de fatos. O certo é que até hoje não se sabe com certeza a origem do nome.


História


Os primeiros indícios de bandeirantes paulistas na região onde hoje fica cidade datam de entre 1673 e 1682, quando da passagem de Manoel de Campos Bicudo pela região. Ele fundou o primeiro povoado da região, onde o rio Coxipó deságua no Cuiabá, batizado de São Gonçalo.

Em 1718, chega ao local, já abandonado, a bandeira do sorocabano Pascoal Moreira Cabral. Em busca de indígenas, Moreira Cabral sobe pelo Coxipó, onde trava uma batalha, perdida, com os índios coxiponés. Com o ocorrido, voltam e, no caminho, encontram ouro. Deixam, então, a captura de índios para se dedicar ao garimpo. Pascoal Moreira foi eleito, em uma eleição direta, em plena selva, em 1719, comandante da região de Cuiabá.

Em 8 de abril de 1719, Pascoal assina a ata da fundação de Cuiabá no local conhecido como Forquilha, às margens do Coxipó, de forma a garantir os direitos pela descoberta à Capitania de São Paulo. A notícia da descoberta se espalha e a imigração para a região torna-se intensa.

Em outubro de 1722, índios escravos de Miguel Sutil, também bandeirante sorocabano, descobrem às margens do córrego da Prainha grande quantidade de ouro, maior que a encontrada anteriormente na Forquilha. O afluxo de pessoas torna-se grande e até a população da Forquilha muda-se para perto desse novo achado. Em 1723, já está erguida a igreja matriz dedicada ao Senhor Bom Jesus de Cuiabá, onde hoje é a basílica.

Já em 1726, chega o capitão-general governador da Capitania de São Paulo, Rodrigo César de Menezes, como representante do Estado português na cobrança de imposto. Em 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à categoria de vila, com o nome de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá.

Tem-se muito confundido a fundação do arraial da Forquilha por questões ideológicas. Estudos historiográficos há muito já traçam a diferença entre uma e outra fundação, alegando-se que 1° de janeiro seria a data de elevação do arraial da Forquilha à categoria de vila, o que é um dissenso, pois não se pode fundar um município num lugar que só viria a ser descoberto anos depois. Porém, a data de 8 de abril se firmou enquanto data do município, desejosa de ser a primeira do oeste brasileiro. Logo, contudo, as lavras mostraram-se menores que o esperado, o que acarretou um abandono de parte da população.

Cuiabá foi elevada à condição de cidade em 17 de setembro de 1818, tornando-se a capital da então província de Mato Grosso em 28 de agosto de 1835 (antes a capital era Vila Bela da Santíssima Trindade). Mas, mesmo a mudança da capital para o município não é suficiente para impulsionar o desenvolvimento. Com a Guerra do Paraguai, Mato Grosso é invadido. Várias cidades são atacadas, mas as batalhas não chegam à capital. A maior baixa se dá com uma epidemia de varíola trazida pelos soldados que retomaram dos paraguaios o município de Corumbá. Metade dos cerca de 12 mil habitantes morre infectada. [7]

Somente após a Guerra do Paraguai e o retorno da navegação pelas bacias dos rios Paraguai, Cuiabá e Paraná é que o município se desenvolve economicamente. A economia esteve nesse período baseada na cana-de-açúcar e no extrativismo. Esse momento produtivo não duraria muito e o município volta a ficar estagnado, desta vez até 1930. A partir dessa data, o isolamento é quebrado com as ligações rodoviárias com Goiás e São Paulo e a aviação comercial. A explosão no crescimento se dá depois da década de 1950, com a transferência de Capital Federal e o programa de povoamento do interior do país.

Nas décadas de 1970 e 1980, o município cresce muito, mas os serviços e a infra-estrutura não se expandem com a mesma rapidez. O agronegócio se expande pelo estado e o município começa a se modernizar e se industrializar. Depois de 1990, a taxa de crescimento populacional diminui e o turismo começa a ser visto como fonte de renda. Com quase 530 mil habitantes, o município convive com o trânsito tumultuado, a violência crescente, a falta de saneamento básico e a desigualdade social. [8]

Geografia

Vista de Cuiabá a partir do rio Cuiabá.Cuiabá faz limite com os municípios de Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande, Jangada e Acorizal. É um entroncamento rodoviário-aéreo-fluvial e o centro geodésico da América do Sul, nas coordenadas 15°35'56",80 de latitude sul e 56°06'05",55 de longitude oeste[9]. Situado na atual praça Pascoal Moreira Cabral, foi determinado por Marechal Cândido Rondon, em 1909 (o correto ponto do centro geodésico já foi contestado, mas cálculos feitos pelo Exército Brasileiro confirmaram as coordenadas do marco calculadas por Rondon). [9]

Vegetação

O município é cercado por três grandes ecossistemas: a amazônia, o cerrado e o pantanal; está próximo da Chapada dos Guimarães e ainda é considerado a porta de entrada da floresta amazônica. A vegetação predominante no município é o cerrado, desde suas variantes mais arbustivas até as matas mais densas à beira dos cursos d'água.

Hidrografia

Cuiabá é abastecida pelo rio Cuiabá, afluente do Rio Paraguai e limite entre a capital e Várzea Grande. O município se encontra no divisor de águas das bacias Amazônica e Platina e é banhado também pelos rios Coxipó-Açu, Pari, Mutuca, Claro, Coxipó, Aricá, Manso, São Lourenço, das Mortes, Cumbuca, Suspiro, Coluene, Jangada, Casca, Cachoeirinha e Aricazinho, além de córregos e ribeirões.

Clima

O clima é tropical quente e úmido. As chuvas se concentram de setembro à abril, enquanto que no resto do ano as massas de ar seco sobre o centro do Brasil inibem as formações chuvosas. Nesses meses são comuns a chegada de frentes frias vindas do sul do país, deixando o clima Frio e úmido. Quando essas frentes se dissipam, o calor, associado à fumaça produzida pelas constantes queimadas nessa época, faz a umidade relativa do ar cair a níveis baixos, às vezes abaixo dos 15%, aumentando os casos de doenças respiratórias. A precipitação média anual de 1.469,4 mm, com intensidade máxima em janeiro, fevereiro e março[10]. A temperatura máxima média chega a 34,1ºC, mas as máximas absolutas chegam a mais de 40ºC[10]. A mínima média em julho, o mês mais frio, é de 16,0ºC.[10].E segundo o INMET(1961-1990) a menor temperatura registrada foi de 3,3ºC em 18 de julho de 1975 e a maior de 42,1ºC em 16 de outubro de 2008.

Relevo

O quadro geomorfológico do município é, em grande parte, representado pelo Planalto da Casca e pela Depressão Cuiabana. Predominam os relevos de baixa amplitude com altitudes que variam de 146 a 250 metros na área da própria cidade[11].

Economia

A economia de Cuiabá, hoje, está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria. Muitas indústrias, principalmente aquelas que devem ser mantidas longe das áreas populosas, estão instaladas no Distrito Industrial de Cuiabá (DIICC), criado em 1978. Na agricultura, cultivam-se lavouras de subsistência e hortifrutigranjeiros.

O município, com um PIB de 6,67 bilhões de reais em 2005, de acordo com o IBGE, respondeu por 21,99% do total do PIB estadual, ocupando a primeira posição no ranking. No mesmo ano o [[PIB per capita|PIB esteve acima dos 10.000 reais,superando o PIB per capita de outras capitais como Campo Grande e Goiânia.

Cuiabá gera boa parte da energia elétrica consumida pelo estado. Próxima ao Distrito Industrial, funciona a Usina Termelétrica de Cuiabá. Concluída em 2002 e abastecida com gás natural boliviano, através de um ramal do Gasoduto Brasil-Bolívia, ela tem potência instalada de 480 MW, respondendo, em 2005, por 23,13%[12], do total da potência instalada do estado.

Demografia

Sua população estimada em 2008 foi de 544.737 habitantes.[2] O número de eleitores em maio de 2008 era de 368.751, representando 18,596% do total de eleitores do estado.

O município viveu tranqüilamente até a década de 1960, quando um fluxo de imigrantes começou a vir para o estado, principalmente nas décadas de 1970 e 1980. Nesse período, a população passou de 57.860 habitantes em 1960 para 100.865 em 1970, 213.151 em 1980, 402.813 em 1991 e 483.346 em 2000, perfazendo 19,3% da população total do estado.

Atualmente já existe um projeto para a criação da região metropolitana de Cuiabá,com o objetivo de desenvolver integradamente os municípios do vale do rio Cuiabá,que,com exceção da capital e de Várzea Grande,permaneceram estagnados econômicamente devido a proximidade com o maior centro urbano do estado.

Fonte: Wikipédia




PRINCIPAIS ATRATIVOS TURÍSTICOS, CULTURAIS E ECOLÓGICOS DE CUIABÁ



Parque Mãe Bonifácia
Avenida Miguel Sutil nas proximidades da rodoviária. Aberto das 7 às 18h. O local oferece grande área para passeio ao ar livre com opção para prática de exercícios com acompanhamento de profissionais especializados. Tudo gratuito, com segurança e área de estacionamento. Bom panorama e vasta área verde bem perto à área central da cidade. Aberto diariamente de segunda a sexta-feira, até às 18 horas.


Rios Cuiabá e Coxipó
Nos arredores de Cuiabá, ótimos locais para pesca.

Morro da Luz (Morro da Colina)
Localizada no centro da cidade, avenida Tenente Coronel Duarte.

Horto Florestal
Bairro do Coxipó, acesso pela Avenida Fernando Correa da Costa. O Horto Florestal pode lhe reservar bons momentos com a natureza. Favorece a contemplação, a calma, a tranqüilidade e resgata o sentimento de beleza natural. Por isso, ao visitá-lo siga esta regra simples: evite jogar lixo nos caminhos e dependências. Não retire do Horto nenhum espécime vegetal. O Horto Florestal funciona todos os dias da semana: das 8 h às 17 horas. Endereço: acesso pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, primeira entrada à direita, após a ponte do Coxipó.

Zoológico da Universidade Federal do Mato Grosso
Acesso pela Avenida Fernando Correa da Costa. Animais do Pantanal. Localizado no campus da Universidade Federal de Mato Grosso, possui várias espécies de animais da fauna mato-grossense. No zoo você pode apreciar araras, onças, antas, garças, serpentes, capivaras, etc. Endereço: Campus da Universidade Federal (UFMT).



Basílica Bom Jesus de CuiabáPraça da República, Centro. Conhecida como Igreja Matriz

Foto: Marina L. Souza - IPHAN




Igreja de Nossa Senhora do Bom Despacho
Bairro de Dom Aquino do Bom Despacho - Cidade Alta

Igreja de Nossa Senhora do Rosário - Capela de São Benedito
Avenida Coronel Escolástico - Bandeirantes - Cidade Alta

Igreja de São Gonçalo
Avenida XV de Novembro - Porto - Cidade Alta

Museu de Arte Sacra
Praça Seminário - Centro
Aberto de 3ª a 6ª feira das 14 às 19h. Sábado e domingo das 12 às 18h

Museu Histórico
Fundação Cultural do Estado do Mato Grosso
Aberto das 14 às 19h

Museu das Pedras Ramir Bucair
Rua Geraldino Pimentel, 195 - Centro Norte
Aberto das 8 às 17h

Museu Indígena Marechal Cândido Rondon
Avenida Fernando Correia da Costa - Coxipó - Cidade Alta
Aberto das 8 às 17h




Centro Geodésico da América do Sul
Praça Moreira Cabral - Centro ao lado da Câmara Municipal. O ponto é o marco do centro geográfico da América do Sul. Por sua posição estratégica, Cuiabá está nessa posição no hemisfério Sul das Américas.

Foto: Secom/MT




Centro Histórico Cultural
Centro e redondezas

Aquário Municipal
Avenida Miguel Sutil, Porto, nas imediações do Mercado do Peixe. No local pode ser contemplar peixes de todas as espécies do habitat do Pantanal. Grande e rica variedade.




Ponte Sérgio Motta
Avenida Beira Rio, nas proximidades da Faculdade Unic.

Foto: Marcos Vergueiro




Ginásio Aecim Tocantins
Avenida Miguel Sutil, dentro do complexo do estádio Verdão. Ginásio moderno e com capacidade para 11 mil pessoas

Águas Quentes
Balneário térmico, situado na Serra de São Vicente, a 64 quilômetros de Cuiabá, acesso pela Rodovia 364, em direção a Rondonópolis. Várias piscinas com águas em temperaturas elevadas, excelente local para relaxar e pousar, contando com hotel de boa estrutura. Fica também em região serrana dotada de rica flora com trilhas para passeios. Endereço: BR_364, Km-77, saída para Rondonópolis.

Chapada dos Guimarães
Município situado a 64 quilômetros de Cuiabá, com vários pontos de atração turística. Pequenos riachos com cachoeiras, belas formações rochosas, são um convite irresistível ao lazer. Indo a Chapada não deixe de visitar a Casa de Pedra, a Caverna do Francês, a Lagoa Azul e o Véu da Noiva, entre outras belezas naturais. Endereço: Rodovia Emanuel Pinheiro.
Outros espaços culturais



Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça
.65) 3613-9233 – Palácio da Instrução em frente à praça
da República, no Centro.

Biblioteca Municipal Manoel Cavalcante Proença
Rua Comandante Costa, esquina com a rua Campo
Grande, aberta de Segunda a Sexta, das 12h às 18h.

Sala Verde Caxinguelê
(65) 3027-2432 – No Horto Florestal Tote Garcia,
aberta de Segunda a Sexta-feira, das 8h às 17h

Espaço Cubo
Av. Presidente Marques, 240, Centro, Cuiabá.

MISC – Museu de Imagem e Som de Cuiabá
Criado em 1991, o Museu de Imagem e Som de Cuiabá
abriga o acervo fotográfico da cidade, filmes e outros
materiais que valorizam e preservam a cultura
cuiabana. Está localizado no Centro Histórico de
Cuiabá, próximo ao Morro da Luz.

Biblioteca Sesc Arsenal
(65) 3616-6926 – Rua 13 de junho, s/nº no bairro do
Porto.

Biblioteca Alternativa Saber com Sabor
(65) 3025-7068 – Localizada na praça Clóvis Cardoso,
esquina da avenida São Sebastião com a Isaac Póvoas.
Aberta das 8h às 20h todos os dias da semana.

Biblioteca Amália Curvo de Campos
Localizada na Fundação Júlio Campos, aberta de
Segunda a sexta, das 8h às 17h, na avenida Couto
Magalhães, nº 1686.

Biblioteca da UFMT
(65) 3615-8361 – No campus da universidade, bairro
Boa Esperança, aberta de segunda a sexta, das 7h30 às
22h e Sábado das 7h30 às 13h.

BOATES E DANCETERIAS




Getúlio Loft
(65) 3624-9992 – Av. Getúlio Vargas, s/n, Cuiabá.

Gerônimo West Music
(65) 3322-6919 – Rua Mal Floriano Peixoto, 401, Cuiabá.

Zum zum bar disco GLS
(65) 3623-6020 – Rua Presidente Castelo Branco, nº 291,
Bairro Quilombo, Cuiabá.

Lotus
(65) 3321-2010 – Rua 24 de Outubro esq. com a Marechal
Deodoro Bairro Centro Norte – Cuiabá.

Lua Morena
(65) 3664-3100 – Av. Arquiedes Pereira Lima s/n – Cuiabá.

Club Garage
(65) 3634-7611 – Av. Beira Rio, n° 4435 – Cuiabá.

Butiquim do Dirceu
Jardim Cuiabá – Música ao vivo e Feijoada


PRAÇAS E PARQUES



Praça Conde Azambuja
Esta praça foi construída em homenagem a Dom
Antônio Rolim de Moura, que em 1763 foi nomeado
conde Azambuja e em 1769, vice-rei do Brasil. A praça
também é conhecida como Largo da Mandioca.
 O zoológico da UFMT é um dos locais mais visitados de Cuiabá e se tornou um dos principais pontos turísticos da capital. Foto: Skyscrapercity


Parque Mãe Bonifácia
Possui 77 hectares de área verde e diversas espécies da
flora e vegetação típica do cerrado, com diversas pistas
para caminhada. Localizado na Av Miguel Sutil – Zona
Oeste – a 10 minutos do Centro de Cuiabá. Funciona
todos os dias da semana, das 06h às 18h.

Parque Estadual Masairo Okamura
Com 17 hectares de área verde, com diversas pistas
para caminhada e paisagem de beleza natural típica do
cerrado. Localizado na Av Historiador Rubens de
Mendonça – CPA – Zona Leste, Morada do Ouro.
Funciona todos os dias da semana das 06h às 18h.

Parque Estadual Zé Bolo Flôr
Com grande área verde preservada, o parque também é
conhecido como Horto florestal, com vegetação e
flora típica do cerrado. Está localizado no Coxipó da
Ponte, Zona Sul – Coophema, acesso pela Av.
Fernando Correia. Funciona todos os dias da semana
das 06h às 18h.

Zoológico da UFMT
Possui diversas espécies de animais típicos da região
Matogrossense e também alguns ameaçados de
extinção. Acesso pela Avenida Fernando Corrêa da
Costa dentro da UFMT.

Praça da República
Esta praça já passou por várias reformas e apesar disso,
traços importantes foram preservados. Era conhecida
antigamente pelo nome de Largo da Matriz onde
aconteciam os eventos de mais destaque.

Praça das Bandeiras
É um espaço criado para ressaltar a história e orgulho
de Cuiabá, serve para abrigar eventos cívicos e de
valorização da cultura cuiabana.

Praça Dr. Alberto Novis
A praça homenageia um dos grandes nomes da
medicina em Mato Grosso, o médico Alberto Novis
que foi o primeiro otorrinolaringologista do estado.i
Restaurada recentemente pelo IPDU, a praça fica no
Beco do Candeeiro, centro histórico de Cuiabá.

Lagoa Encantada 
Esta é uma área de lazer criada sobre as lagoas
de decantação do CPA 3, após tratamento especial
O espaço com ampla área, permite caminhada e
prática de exercícios em um local com toda a estrutura, 
incluindo brinquedos para diversão infantil e aparelhos
para exercícios. A praça que foi inaugurada em 2010
recebe grande número de visitantes.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Mato Grosso - Brasil

Mato Grosso

População em 2010 :3.033.991

População em 2007 :2.854.642 (Fonte:Ibge)

Bem-vindo

Situado no coração da América do Sul, Mato Grosso orgulha-se de ter uma identidade cultural construída pela integração da tradição de povos ancestrais, índios sul-americanos, os afro e euro-descendentes e migrantes oriundos de cada canto deste imenso Brasil.

Na capital, Cuiabá, e em outras cidades centenárias como Cáceres, Poconé e Diamantino o patrimônio arquitetônico traz parte da História de Mato Grosso em espaços que estão se transformando em centros culturais e museus. Igrejas como Bom Despacho, Rosário e São Benedito, em Cuiabá, de Santana, em Chapada dos Guimarães, as ruínas da matriz da Santíssima Trindade, em Vila Bela, e o Marco de Jauru, em Cáceres, são monumentos tombados pelo Patrimônio Nacional. Há ainda sítios arqueológicos espalhados pelo Pantanal, chapadões no Cerrado e na Floresta Amazônica

Mato Grosso tem 903.357,908 km2 de extensão. É o terceiro maior estado do país, ficando atrás somente do Amazonas e do Pará. A área urbana de Mato Grosso é de 519,7 km2, o que coloca o estado em 11º lugar nos ranking de estados com maior mancha urbana.

Localizado no Centro-Oeste brasileiro, fica no centro geodésico da América Latina. Cuiabá, a capital, está localizada exatamente no meio do caminho entre o Atlântico e o Pacifico, ou seja, em linha reta é o ponto mais central do continente. O local exato foi calculado por Marechal Rondon durante suas expedições pelo estado e é marcado com um monumento, o obelisco da Câmara dos Vereadores. 

Mato Grosso é um estado com altitudes modestas, o relevo apresenta grandes superfícies aplainadas, talhadas em rochas sedimentares e abrange três regiões distintas: na porção centro-norte do estado, a dos chapadões sedimentares e planaltos cristalinos (com altitudes entre 400 e 800m), que integram o planalto central brasileiro. A do planalto arenito-basáltico, localizada no sul, simples parcela do planalto meridional. A parte do Pantanal Mato-Grossense, baixada da porção centro-ocidental. 

Devido à grande extensão Leste-Oeste, o território brasileiro abrange quatro fusos horários situados a Oeste de Greenwich. O Estado de Mato Grosso abrange o fuso horário quatro negativo (-4). Apresenta, portanto, 4 horas a menos, tendo como referência Londres, o horário GMT (Greenwich Meridian Time). 

Governo Estadual
Governador: Silval Barbosa 
Partido do Movimento Democrático Brasileiro 
Mandato de : 2009-01-01 até 2012-12-31

Vice-governador: Chico Daltro 
Partido Social Democrático 
Mandato de : 2009-01-01 até 2012-12-31

Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso
Titular: Jairo Pradela